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        <title>SOFIA</title>
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        <title>RAZÃO CLASSIFICATÓRIA</title>
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        <description>RAZÃO CLASSIFICATÓRIA

WUNENBURGER1990

«A produção da diferença, coisa contrária às leis gerais do pensamento, é rigorosamente falando inexplicável.» Por esta admissão, A. Lalande revela a profunda ferida narcísica que a razão humana esconde sob sua aparência serena ou altiva. O desejo, assim como o dever de todo pensamento, é de fato superar o hiato que o separa de um real preexistente, cuja diversidade e complexidade o desafiam. O espanto primitivo do pensamento diante da resistência do mundo…</description>
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        <title>ALTERNATIVAS À LÓGICA IDENTITÁRIA</title>
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        <description>ALTERNATIVAS À LÓGICA IDENTITÁRIA

WUNENBURGER1990

Em vários lugares da modernidade, ouvem-se de fato apelos para levar a sério o diagnóstico de esgotamento  da lógica identitária. C. Castoriadis ataca assim vigorosamente todos os avatares da identidade, especialmente sob a forma das</description>
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        <title>FENOMENOLOGIA DO SUPRASSENSÍVEL</title>
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        <description>FENOMENOLOGIA DO SUPRASSENSÍVEL

WUNENBURGER1997

Um dos prolongamentos mais originais da fenomenologia da imagem encontra-se provavelmente nas suas aplicações às representações religiosas. As imagens de realidades sobrenaturais, invisíveis, suportes dos mitos e ritos, deram origem a abordagens simbólicas, hermenêuticas, mas também foram compreendidas como intencionalidades da consciência. Assim, grandes correntes da filosofia religiosa (R. Otto) ou da religião comparada (Van der Leeuw,…</description>
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        <title>IMAGEM (WUNENBURGER)</title>
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        <description>IMAGEM (WUNENBURGER)

WUNENBURGER1997

Embora a palavra “imagem” seja imediatamente compreensível, ela esconde uma profunda ambiguidade semântica, cujas origens devem ser procuradas no vocabulário e nas variações de uso. A língua francesa, nesta área como noutras, deriva o seu vocabulário tanto da língua grega como da língua latina, que remontam às raízes indo-europeias. Do ponto de vista dos substantivos [], encontramos primeiro a noção central de ei-kon (em francês, ícone), no sentido de image…</description>
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        <title>IMAGENS NÃO FEITAS POR MÃOS HUMANAS</title>
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        <description>IMAGENS NÃO FEITAS POR MÃOS HUMANAS

WUNENBURGER2016

Essa hermenêutica estética ainda faz sentido hoje, quando as imagens não são mais feitas por mãos humanas, mas se tornam digitais? A recente entrada das imagens numa nova era tecnológica não transforma não apenas a estética, mas também a metafísica subjacente à imagem? Nesse sentido, a época contemporânea permanece talvez, através de seus questionamentos radicais e sua desconstrução da arte tradicional, o momento mais propício para avaliar as…</description>
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        <title>IMAGINAL COMO CORPO DE RESSURREIÇÃO</title>
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        <description>IMAGINAL COMO CORPO DE RESSURREIÇÃO

WUNENBURGER2016

Essas transformações da imagem para inseri-la na arte e na estética, que abrangem tanto as artes plásticas quanto as artes da linguagem, não nos incitam a buscar um paradigma mais radical, que permitiria evidenciar uma metanoia, uma revolução espiritual na atividade de produção e contemplação estéticas? A maioria das tradições de interpretação da experiência de imagens verdadeiramente marcantes e consistentes em seu rastro emocional e simbóli…</description>
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        <title>IMAGINÁRIO</title>
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        <description>IMAGINÁRIO

WUNENBURGER1993

Nos usos comuns do vocabulário das letras e das ciências humanas, o termo imaginário, como substantivo, remete a um conjunto bastante heterogêneo de componentes. Fantasia, memória, devaneio, sonho, crença não verificável, mito, romance, ficção são tantas expressões, mentais e às vezes exteriorizadas em obras, do imaginário de um homem ou de uma cultura. Pode-se falar do imaginário de um indivíduo, mas também de um povo, através do conjunto de suas obras e crenças. Fa…</description>
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        <title>MIMESE</title>
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        <description>MIMESE

WUNENBURGER2016

A estética ocidental das imagens visuais é dominada pelo paradigma da “mimese”, que subordina a beleza da representação – a produção manual humana de uma obra visível – à fidelidade ao modelo, à sua semelhança perfeita ou aproximada. A arte teria como função duplicar e multiplicar a representação do belo em si. Cada obra seria um desdobramento homólogo ou análogo de seu modelo para torná-lo acessível a uma pluralidade de olhares espectadores. Esse pensamento da imitação …</description>
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        <title>SENTIDO DA EPIFANIA</title>
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        <description>SENTIDO DA EPIFANIA

WUNENBURGER1997

Pode-se, no entanto, concluir que toda teoria metafísica da preexistência de um paradigma condena a imagem a ser apenas afastamento ou perda de ser? Talvez fosse necessário distinguir melhor duas perspectivas, que Platão às vezes tende a sobrepor, mas cuja interdependência talvez não seja inevitável: por um lado, uma abordagem ontológica dos graus de ser que visa fundamentar uma teoria do conhecimento puro sem imagens sensíveis, que, portanto, só pode ver na…</description>
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        <title>QUESTIONAR A RAZÃO CLASSIFICATÓRIA</title>
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        <description>QUESTIONAR A RAZÃO CLASSIFICATÓRIA

WUNENBURGER1990

Portanto, pode-se formular o projeto de questionar a autoridade da racionalidade clássica, de lançar dúvida sobre sua onisciência, de contestar sua representação da diferença. Mas essa crítica ao poder da razão não coloca mais em jogo apenas sua competência de direito, os limites jurídicos de sua extensão, como no kantismo; ela incide verdadeiramente sobre as raízes e as figuras da discursividade estabelecidas sob o reinado da identidade triun…</description>
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        <description>Wunenburger



Jean-Jacques Wunenburger (1946)

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wunenburger index</description>
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        <description>UNIDADE COMPLEXA (UNITAS MULTIPLEX)

WUNENBURGER1990

Desde o início deste século, de fato, a representação do mundo, na astrofísica, na microfísica e depois na biologia, leva a razão clássica a se sentir cada vez mais constrangida em seus quadros identitários.</description>
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