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        <title>SOFIA - wolff</title>
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        <title>SOFIA</title>
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        <title>COMO DEFINES O HOMEM? (2011:7-9)</title>
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        <description>COMO DEFINES O HOMEM? (2011:7-9)

Um belo dia, no fim do século passado, o homem mudou. Considerado à luz da Psicanálise ou da Antropologia Cultural havia cerca de trinta anos, estava sujeito ao peso das estruturas, era determinado pelas condições sociais e familiares, governado por desejos inconscientes, dependente da história, da cultura e da língua. Era, em suma, um “sujeito sujeitado”. Esse homem das Ciências Humanas e Sociais que, em meados do século, florescia no paradigma estruturalista d…</description>
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        <title>DEFINIÇÕES DO HUMANO, DEPENDENTES DE EXIGÊNCIAS EPISTEMOLÓGICAS (2011:10-13)</title>
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        <description>DEFINIÇÕES DO HUMANO, DEPENDENTES DE EXIGÊNCIAS EPISTEMOLÓGICAS (2011:10-13)

Partamos não mais das teorias e práticas científicas, mas das definições filosóficas do homem. Perguntemos quais são as mais comuns e as mais influentes da História. Da Antiguidade chegou até nós a ideia de que o homem é um “animal racional”, isto é, um organismo vivo distinto de todos os outros, porque dotado de logos (linguagem? razão?). Essa ideia, que tem origem na filosofia de Aristóteles, encontrou de que se alim…</description>
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        <title>CIÊNCIAS DA NATUREZA (2011:41-44)</title>
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        <description>CIÊNCIAS DA NATUREZA (2011:41-44)

A situação do homem na natureza e no mundo permite-lhe ser o mais conhecido dos seres da natureza, mas também poder conhecê-la. É o ser  natural mais bem conhecido, mas também o único que conhece naturalmente. Não que Aristóteles se interesse pelo problema “transcendental” do sujeito do conhecimento, ou seja, pela pergunta “Já que é possível a Física, que se deve supor acerca da essência de seu sujeito, separado de seu objeto?”. Não, pois o olhar lançado ao hom…</description>
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        <title>Wolff</title>
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        <description>Wolff



Francis Wolff (1950)

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        <title>«O QUE É?» E «POR QUE?» (1997)</title>
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        <description>«O QUE É?» E «POR QUE?» (1997)

WOLFF, Francis. Dire le monde. Paris: PUF, 1997

A perenidade das interrogações filosóficas fundamentais e sua estrutura dual

	*  As indagações «o que é?» e «por que?», apesar das mutações históricas dos conceitos e das demandas culturais, permanecem como os dois modos de interrogação fundamentais e ineludíveis para qualquer tentativa de compreensão teórica do mundo, resistindo à pretensão positivista de substituí-las pelo «como» ou à estratégia antiessencialista…</description>
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        <title>DA IMPUTAÇÃO (1997)</title>
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        <description>DA IMPUTAÇÃO (1997)

WOLFF, Francis. Dire le monde. Paris: PUF, 1997

A distinção crítica entre o mundo teórico das coisas e o mundo prático das pessoas

	* 

A compreensão teórica do mundo, articulada pelas questões «o que é?» e «por que?», revela um universo povoado por coisas que existem e eventos que sobrevêm, mas essa ontologia parece insuficiente para dar conta da dimensão prática da existência, onde intuitivamente distinguimos pessoas de coisas e atos de meros eventos. Enquanto as coisas …</description>
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        <title>DIZER O MUNDO (1997)</title>
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        <description>DIZER O MUNDO (1997)

WOLFF, Francis. Dire le monde. Paris: PUF, 1997

A singularidade ontológica da linguagem e sua condição de aprisionamento reflexivo

	*  É simultaneamente uma trivialidade e uma verdade profunda afirmar que a linguagem não se constitui como um objeto filosófico semelhante aos outros, visto que ela jamais pode ser isolada apenas como um objeto de análise, na medida em que permanece, indissociavelmente, o próprio meio dessa análise.</description>
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        <title>QUEM AGE? (1997)</title>
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        <description>QUEM AGE? (1997)

WOLFF, Francis. Dire le monde. Paris: PUF, 1997

A questão «quem?»

	*  A interrogação pelo «quem?» não se distingue meramente da pergunta «o que é?» pela natureza da resposta esperada, mas constitui uma modalidade de inquirição que visa identificar no mundo um ser dotado das mesmas determinações de realidade, determinidade, identidade e ipseidade atribuídas às coisas, porém elevadas a um grau de excelência que o nome comum falha em capturar. Enquanto a pergunta pela essência d…</description>
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        <title>LINGUAGEM E MUNDO (1997:5-7)</title>
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        <description>LINGUAGEM E MUNDO (1997:5-7)

É banal e é verdade dizer que a linguagem não é um objeto filosófico como os outros. A linguagem não pode ser apenas um objeto de análise, porque é sempre ao mesmo tempo seu meio. É possível filosofar sobre a percepção com os olhos fechados, mas impossível saber o que é a linguagem sem nada dizer. Nada é pensado distintamente e, logo nem a linguagem, sem a linguagem, que é sempre capturada em suas próprias redes. Pode até ser quimérico querer saber o que é em si, já…</description>
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