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        <title>SOFIA - escola-de-frankfurt</title>
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        <title>SOFIA</title>
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        <title>GRANDEZA DE UMA FILOSOFIA (1955)</title>
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        <description>GRANDEZA DE UMA FILOSOFIA (1955)

[...] a superstição de que a grandeza de uma filosofia está ligada a seus aspectos grandiosos é uma herança idealista ruim; é quase como se a sublimidade de um quadro dependesse da sublimidade de seu tema. Os grandes temeis não dizem nada sobre a grandeza do conhecimento. Se a verdade, como pretende</description>
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        <title>VERDADE DE UMA TEORIA (1947)</title>
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        <description>VERDADE DE UMA TEORIA (1947)

Que a verdade de uma teoria seja o mesmo que sua fecundidade é, com certeza, um erro. Mas muitas pessoas parecem admitir o contrário disso. Acham que a teoria, longe de ter necessidade de encontrar sua aplicação no pensamento (im Denken), deve, antes, dispensar o recurso a ele, pura e simplesmente. Elas querem submeter-se à ideia como a um deus, ou atacá-la como a um ídolo. Mas algo que é da natureza da verdade é, justamente, sermos parte interessada nela como sujei…</description>
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        <title>ETHOS (PPM:I)</title>
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        <description>ETHOS (PPM:I)

“”“”</description>
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        <title>PROGRESSO (AH)</title>
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        <description>PROGRESSO (AH)

Há um quadro de Klee intitulado Angelus Novus. Representa um anjo que parece preparar-se para se afastar de qualquer coisa que olha fixamente. Tem os olhos esbugalhados, a boca escancarada e as asas abertas. O anjo da história deve ter esse aspecto. Voltou o rosto para o passado. A cadeia de fatos que aparece diante dos nossos olhos é para ele uma catástrofe sem fim, que incessantemente acumula ruínas sobre ruínas e lhas lança aos pés. Ele gostaria de parar para acordar os mortos…</description>
    </item>
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        <title>BENJAMIN CONSTANT: MENTIR OU NÃO MENTIR?</title>
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        <description>BENJAMIN CONSTANT: MENTIR OU NÃO MENTIR?

O princípio moral, por exemplo, de que dizer a verdade é um dever, se tomado de maneira absoluta e isolada, tornaria impossível qualquer sociedade. Temos provas disso nas consequências muito diretas tiradas desse princípio por um filósofo alemão , que chega a afirmar que, em relação aos assassinos que perguntam se seu amigo que eles estão perseguindo não está refugiado em sua casa, a mentira seria um crime.</description>
    </item>
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        <title>CAPITALISMO (CR)</title>
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        <description>CAPITALISMO (CR)

Contudo, três traços já podem ser identificados na estrutura religiosa do capitalismo. Em primeiro lugar, o capitalismo é uma religião puramente cultural, talvez até a mais extremada que já existiu. Nele, todas as coisas só adquirem significado na relação imediata com o culto; ele não possui nenhuma dogmática, nenhuma teologia. Sob esse aspecto, o utilitarismo obtém sua coloração religiosa. Ligado a essa concreção do culto está um segundo traço do capitalismo: a duração permane…</description>
    </item>
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        <title>A OBRA DE ARTE NA ERA... (A FOTOGRAFIA) (OAERT)</title>
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        <description>A OBRA DE ARTE NA ERA... (A FOTOGRAFIA) (OAERT)

A controvérsia travada no decurso do século XIX, entre a pintura e a fotografia relativamente ao valor artístico dos seus produtos, parece hoje dúbia e confusa. Mas isto não invalida o seu significado, podendo mesmo sublinhá-lo. De facto, essa controvérsia foi expressão de uma transformação na história mundial, de que nenhum dos intervenientes teve consciência. Na medida em que a era da reprodutibilidade técnica da arte a desligou dos seus fundame…</description>
    </item>
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        <title>COMPARTILHAR LINGUAGEM</title>
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        <description>COMPARTILHAR LINGUAGEM

SW + vol.: page no.: Benjamin, W. (1996–2003), Selected Writings, eds. M. Jennings and M. Bullock, 4 vols., Cambridge, MA: Harvard University Press, p. 1:62

[...] there is no event or thing in either animate or inanimate nature that does not in some way partake in language.</description>
    </item>
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        <title>CONTEXTO DA CULPA</title>
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        <description>CONTEXTO DA CULPA

(W. Benjamin, Vol. II.1, p. 174 (Fate and Character))

 corresponde à condição natural dos viventes, essa ilusão ainda não totalmente dissipada da qual o homem está tão distante que, sob seu domínio, ele nunca esteve totalmente imerso nela, mas apenas invisível em sua melhor parte. Não é, portanto, propriamente o homem que tem um destino; antes, o sujeito do destino é indeterminável. O juiz pode enxergar o destino onde bem entender; a cada julgamento, ele dita o destino cegame…</description>
    </item>
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        <title>RAZÃO INSTRUMENTAL (ER:28-32)</title>
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        <description>RAZÃO INSTRUMENTAL (ER:28-32)





Toynbee, A Study of History, v.I, p.7....</description>
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        <description>O EGO ABSTRATO (ER:98-103)









Dewey, in Creative Intelligence.</description>
    </item>
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        <title>CINEMA</title>
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        <description>CINEMA

Através dos seus grandes planos, de sua ênfase sobre os pormenores ocultos dos objetos que nos são familiares, e de sua investigação dos ambientes mais vulgares sob a direção genial da objetiva, [...] faz-nos vislumbrar, por um lado, os mil condicionamentos que determinam nossa existência, e por outro assegura-nos um grande e insuspeitado espaço de liberdade. Nossos cafés e nossas ruas, nossos escritórios e nossos quartos alugados, nossas estações e nossas fábricas pareciam aprisionar-no…</description>
    </item>
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        <title>VIDRO</title>
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        <description>VIDRO

Não é por acaso que o vidro é um material tão duro e liso, no qual nada se fixa. É também um material frio e sóbrio. Às coisas de vidro não têm nenhuma aura. O vidro é em geral o inimigo do mistério. É também o inimigo da propriedade. [</description>
    </item>
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        <title>REPETIÇÃO DA CULPA</title>
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        <description>REPETIÇÃO DA CULPA

(Theodor W. Adorno and Max Horkheimer, Dialektik der Aufklärung:77)

Cada uma das figuras míticas está programada para sempre fazer a mesma coisa. Cada uma é uma figura da repetição e chegaria ao fim se a repetição não ocorresse. Todas carregam traços de algo que, segundo os mitos punitivos do submundo — os de Tântalo, de Sísifo, das Danaides —, está fundamentado na justiça olímpica. São figuras da compulsão: os crimes horríveis que cometem são a maldição lançada sobre elas. …</description>
    </item>
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        <title>ROUANET: CARACTERÍSTICA COGNITIVISTA DA FILOSOFIA MORAL DA ILUSTRAÇÃO</title>
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        <description>ROUANET: CARACTERÍSTICA COGNITIVISTA DA FILOSOFIA MORAL DA ILUSTRAÇÃO

Chamo cognitivista aquela atitude intelectual que postula a possibilidade de uma ética capaz de prescindir da religião revelada e que, em princípio, não vê diferença categorial entre o conhecimento do mundo empírico e o conhecimento  do mundo moral: a mesma razão capaz de desvendar as estruturas do mundo natural é capaz de descobrir os fundamentos do comportamento moral e da norma ética. Visto nestes termos, o pensamento mora…</description>
    </item>
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        <title>Escola de Frankfurt</title>
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        <description>Escola de Frankfurt

JAY, Martin. The Dialectical Imagination: a History of the Frankfurt School and the Institute of Social Research, 1923-1950. Berkeley: University of California Press, 1996.

Tornou-se lugar-comum no mundo moderno considerar o intelectual como um ser alienado, inadaptado e descontente — e essa visão, longe de perturbar, foi progressivamente assimilada pela própria cultura que deveria criticar.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>TUDO SERÁ COMO É AQUI</title>
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        <description>TUDO SERÁ COMO É AQUI

(Benjamin, Vol. II.1, p. 198 f. (‘Critique of Violence’); ET:249 (Selected Writings, Vol. 1).)

Entre os Chassidim, há um ditado sobre o mundo vindouro que nos diz que tudo lá estará disposto exatamente da mesma forma como é entre nós. No mundo vindouro, nosso pequeno quarto será também o mesmo que é agora; no mundo vindouro, nossa criança dormirá exatamente como dorme agora; no mundo vindouro, vestiremos o mesmo que nosso corpo veste neste. Tudo será como é aqui — mas ape…</description>
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