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        <title>SOFIA - alain-de-libera:as1</title>
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        <title>SOFIA</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>&quot;SUJEITO&quot;, UM OPERADOR METAHISTÓRICO (AS1)</title>
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        <description>&quot;SUJEITO&quot;, UM OPERADOR METAHISTÓRICO (AS1)

LIBERAAS1

Não podemos dizer no momento quem, entre os modernos, foi o primeiro a falar de “sujeito” ao ler ou discutir Descartes. Certa passagem de Henri Gouhier sugere que Maine de Biran pode ter introduzido a expressão</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>PENSAR E PENSAMENTOS (AS3A)</title>
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        <description>PENSAR E PENSAMENTOS (AS3A)

LIBERAAS3A

Os filósofos fazem todo tipo de pergunta sobre o pensamento. Quem pensa? Sou eu o autor dos meus pensamentos? Qual é o lugar do pensamento? Qual é seu palco ou sua cena? Em que medida os pensamentos que me vêm à mente ou que tenho são realmente meus? Sou proprietário do meu próprio pensamento? Em suma: devemos dizer</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>SUJEITO &quot;ARISTOTÉLICO&quot; (HYPOKEIMENON) (AS:34-36)</title>
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        <description>SUJEITO &quot;ARISTOTÉLICO&quot; (HYPOKEIMENON) (AS:34-36)

Portanto, é com “velhos termos” que apresentaremos a tese mais geral desse nascimento do sujeito: nossa proposta é mostrar que o “sujeito” aristotélico se tornou o sujeito-agente dos modernos tornando-se “supósito” de atos e de operações. Visto que</description>
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        <title>SUJEITO &quot;CARTESIANO&quot; (AS:34-36)</title>
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        <description>SUJEITO &quot;CARTESIANO&quot; (AS:34-36)

Se não tivesse havido o-cogito-de-Descartes, sem dúvida jamais teria havido o-cogito-de-Agostinho. Mas, mais ainda, se não tivesse havido, aumentando a mira, esse objeto trans-histórico: “o”-cogito-EM-Descartes, ninguém jamais teria se interessado em “o” procurar, e naturalmente em “o” encontrar em estado nascente nesse outro: “o”-cogito-EM-Agostinho. Procurar o primeiro/último domicílio conhecido de um conceito sem domicílio fixo não é verdadeiramente a tarefa d…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://www.sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=alain-de-libera:as1:as121-122-o-sujeito-lockiano&amp;rev=1776125060&amp;do=diff">
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>SUJEITO &quot;LOCKIANO&quot; (AS:121-122)</title>
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        <description>SUJEITO &quot;LOCKIANO&quot; (AS:121-122)

A definição lockiana da pessoa, ou, mais exatamente, “daquilo que representa  a pessoa”: “um ser pensante e inteligente, dotado de razão e de reflexão, e que pode se considerar a si mesmo como si mesmo”, supõe não apenas a definição boeciana  da pessoa (rationalis naturae individua substantia/subsistentia), mas também a firme rejeição da definição, apresentada por Edward Stillingfleet, bispo de Worcester, na polêmica ocorrida nos anos 1697-1699: “a person is a co…</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>ARQUEOLOGIA DO SUJEITO I</title>
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        <description>ARQUEOLOGIA DO SUJEITO I

LIBERA, Alain de. Archéologie du sujet I. Naissance du sujet. Paris: J. Vrin, 2007.

DE LIBERA, Alain. Arqueologia do Sujeito. Nascimento do Sujeito. Tr. Fátima Conceição Murad. São Paulo: Fap-Unifesp, 2013 (tradução deixa a desejar)</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>SUJEITO E AGENTE</title>
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        <description>SUJEITO E AGENTE

Como o sujeito pensante, ou, se preferirem, o homem enquanto sujeito e agente do pensamento, entrou na filosofia? E por quê? Nada, para retomar a expressão de Aristóteles falando das Formas platônicas, indicava, na aparência, o nascimento de um tal “monstro”. Ao contrário, tudo parecia excluí-lo: desde o Estagirita, a palavra “sujeito” designava alguma coisa como um suporte ou um substrato dotado de uma capacidade receptiva; “pensamento”, uma afecção ou um afeto, ou, para falar…</description>
    </item>
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        <title>SUJEITO - GRAMÁTICA E LÓGICA</title>
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        <description>SUJEITO - GRAMÁTICA E LÓGICA

Segundo J.-L. Marion, a crítica nietzschiana confirma sua própria interpretação do cogito, sum como simples “enunciado protocolar” (isto é, “não afirmando nenhuma tese nem enunciando nenhum princípio”); confirma também que, com</description>
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