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        <title>SOFIA</title>
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        <title>CAPACIDADE DA ESTRUTURA ABSOLUTA DE ORIENTAR</title>
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        <description>CAPACIDADE DA ESTRUTURA ABSOLUTA DE ORIENTAR

(Abellio, Serant1955)

Em seu livro “A Alma e a Ação”, Charles Baudouin quase toca o fundo quando distingue dois simbolismos dialeticamente ligados, um agindo no plano funcional dos verbos, outro no plano orgânico dos nomes e objetos, e é fácil constatar que um sistema simbólico de verbos não faz senão induzir essências no sentido husserliano e inscreve-se empiricamente no sentido da redução eidética mais geral.</description>
    </item>
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        <title>CIÊNCIA É REDUTORA, A GNOSE É INTEGRADORA</title>
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        <description>CIÊNCIA É REDUTORA, A GNOSE É INTEGRADORA

(Abellio, Serant1955)

Se a gnose, assim como a ciência positiva, utiliza o instrumento do discurso e pretende assim ser comunicável, em que ela se diferencia da ciência? Sobre este ponto capital, só poderemos trazer aqui afirmações demasiado categóricas, mas a coleção</description>
    </item>
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        <title>CONHECIMENTO – LUZ</title>
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        <description>CONHECIMENTO – LUZ

(Abellio, Serant1955)

“TUDO o que é glorioso será coberto por um véu” (Isaías 4:5). “Não há nada oculto que não venha a ser revelado, nem secreto que não venha a ser conhecido” (Lucas 12:2). Nestas duas palavras está inscrito o destino de todo conhecimento: é o destino da sombra chamar a luz. O Livro dos Provérbios confirma:</description>
    </item>
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        <title>CONHECIMENTO POÉTICO</title>
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        <description>CONHECIMENTO POÉTICO

(Abellio, Serant1955)

Costuma-se indicar que a gnose possui seu instrumento próprio, que é o raciocínio por analogia: a interdependência universal resultaria assim de aproximações qualitativas (enquanto as da ciência são quantitativas), e a percepção das analogias, ao estabelecer correspondências entre os diferentes</description>
    </item>
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        <title>DESAFIO DE UMA SÍNTESE ESOTÉRICA</title>
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        <description>DESAFIO DE UMA SÍNTESE ESOTÉRICA

(Abellio, Serant1955)

Resta no entanto que duas vias de acesso ao esoterismo parecem hoje possíveis. A primeira é aquela que Guénon quis traçar com rigor, ao redescobrir os ensinamentos dos Antigos, notadamente os da Índia, e ao propô-los aos Ocidentais, ao mesmo tempo que põe em evidência o caráter</description>
    </item>
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        <title>DESPERTAR DO &quot;EU&quot;</title>
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        <description>DESPERTAR DO &quot;EU&quot;

(Abellio, Serant1955)

Pode-se, antes de tudo, estudar as condições do surgimento do &quot;Eu&quot; transcendental?

O único obstáculo ao despertar do “Eu” é, no sentido pascaliano da palavra, o divertimento. O homem da visão natural está perpetuamente distraído. Pode-se mesmo dizer que a função do homem</description>
    </item>
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        <title>ESOTERISMO</title>
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        <description>ESOTERISMO

(Abellio, Serant1955)

[...] o espírito no qual são conduzidas hoje as pesquisas esotéricas que nos parece dever ser objeto da mais estrita revisão. Apesar das boas intenções afirmadas pelos esoteristas “tradicionais”, o esoterismo aparece sobretudo aos olhos do público como um libelo contra o mundo e a ciência modernos. No início do prefácio de sua obra fundamental: O Reino da Quantidade e os Sinais dos Tempos (RQST), René Guénon indica que tudo, na manifestação, faz parte do plano …</description>
    </item>
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        <title>GNOSE, CIÊNCIA E ESTRUTURA DO CONHECIMENTO SIMBOLISTA</title>
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        <description>GNOSE, CIÊNCIA E ESTRUTURA DO CONHECIMENTO SIMBOLISTA

Abellio, Serant1955

	*  Delimitação do problema da distinção entre gnose e ciência a partir do uso comum do discurso comunicável
		*  A questão é estabelecida a partir da constatação de que a gnose, assim como a ciência positiva, emprega o instrumento do discurso e pretende ser comunicável, de modo que a diferença entre ambas não pode ser deduzida simplesmente do meio expressivo utilizado.</description>
    </item>
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        <title>ESTADO DEVOCIONAL E CAMINHO GNÓSTICO.</title>
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        <description>ESTADO DEVOCIONAL E CAMINHO GNÓSTICO.

L&#039;esprit moderne et la Tradition, in Paul Serant, Au seuil de l&#039;ésotérisme. Grasset, 1955.

	*  A gênese da consciência ocidental, de Descartes a Husserl, culmina numa interiorização do mundo que se prolonga na exploração concertada da transfiguração, ocupação decisiva do novo age do conhecimento, fenômeno que não constitui descoberta da época atual.</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://www.sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=abellio:fe:fe-o-objetivo-do-esoterismo-2&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
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        <title>OBJETIVO DO ESOTERISMO (FE)</title>
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        <description>OBJETIVO DO ESOTERISMO (FE)

Minha tese geral pode ser resumida em algumas proposições:

1. O esoterismo tradicional é ao mesmo tempo uma doutrina e uma praxis. Ele implica para o conjunto do ser, corpo, alma e espírito em conjunto, uma forma fundamentalmente &#039;diferente&#039; de existência e deve então ser destacado: de um lado, da erudição, atividade somente do intelecto; de outro, do ocultismo, prática desprovida dos parâmetros intelectuais e espirituais da doutrina.</description>
    </item>
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        <title>GNOSE DE NEWTON PRECEDERA SUA CIÊNCIA</title>
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        <description>GNOSE DE NEWTON PRECEDERA SUA CIÊNCIA

(Abellio, Serant1955)

Se decompormos a célebre intuição a partir da qual Newton começou a refletir sobre a gravitação universal — “A maçã que cai na terra está para a terra assim como a terra que gravita no universo está para o universo</description>
    </item>
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        <title>LOGOS DE PLATÃO</title>
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        <description>LOGOS DE PLATÃO

(Abellio, Serant1955)

É na medida mesma em que a ciência contemporânea se vê incapaz, no infinitamente grande e no infinitamente pequeno, de introduzir como mediadores seus mecanismos habituais, e onde consequentemente sua linearidade esbarra em obstáculos decisivos, que os cientistas são obrigados a falar da crise das ciências e a rever sua concepção de determinismo. A noção de feedback popularizada pela cibernética já coloca o problema do retorno sobre si da cadeia causa-efei…</description>
    </item>
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        <title>REVOLUÇÃO HUSSERLIANA</title>
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        <description>REVOLUÇÃO HUSSERLIANA

(Abellio, Serant1955)

Contemporânea da crise das ciências ocidentais, a revolução husserliana marca para o Ocidente uma renovação radical quanto ao estudo do fundamento de suas ciências e ao exercício dos poderes do espírito, e sua importância não poderia ser comparada senão à da revolução cartesiana e galilaica, cujo sentido ela cumpre e subverte. Para prevenir qualquer erro de interpretação, lembraremos desde já que esta fenomenologia recusa inscrever-se linearmente na …</description>
    </item>
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        <title>FIM DO ESOTERISMO</title>
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        <description>FIM DO ESOTERISMO

ABELLIO, R. La fin de l’ésotérisme: essai. Paris: Flammarion, 1973.

1. — A tradição primordial: crítica externa.

Plano geral dos cinco encontros. Proposições de base. Doutrina e prática. Erudição e ocultismo. Onde, quando, como a doutrina secreta apareceu? Dos poderes da palavra à ciência dos números. A tradição não é de essência moral, mas metafísica. A noção de segredo</description>
    </item>
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        <title>TRANSFIGURAÇÃO</title>
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        <description>TRANSFIGURAÇÃO

(Abellio, Serant1955)

Manter-se na “gênese” da consciência ocidental exigiria reconstituir aqui o caminho que, de Descartes a Husserl, conduz hoje a essa interiorização do mundo que Descartes queria separado e se prolonga na exploração concertada da transfiguração, que será a ocupação decisiva da nova era do conhecimento. Evidentemente, não cairemos no ridículo de afirmar que nossa época descobre o problema da transfiguração. Os místicos, quando alcançam o estado de exultação ou…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://www.sofia.hyperlogos.info/doku.php?id=abellio:fe:trevas-interiores-e-trevas-exteriores&amp;rev=1771371266&amp;do=diff">
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        <title>TREVAS INTERIORES E TREVAS EXTERIORES</title>
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        <description>TREVAS INTERIORES E TREVAS EXTERIORES

(Abellio, Serant1955)

Tal definição  permanece evidentemente insuficiente: a ciência humana também conhece suas sombras e ela não passa de humana. Mas será que verdadeiramente as conhece? Não é por acaso que a tradição distingue dois tipos de trevas: às trevas interiores correspondem as trevas exteriores. Nada mais essencial que esta oposição que expulsa toda simetria da famosa invocação pela qual o Abismo chama o Abismo. O esoterismo só parecerá superstic…</description>
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(Abellio, Serant1955)

Quando, na atitude natural que é própria de todos os que existem, “vejo” uma casa, minha percepção é espontânea; é a casa que percebo, não minha própria percepção. Por outro lado, na atitude “transcendental”, percebo minha própria percepção. Porém, esta percepção da percepção altera radicalmente o estado original. O estado vivido, inicialmente ingênuo, perde sua espontaneidade precisamente porque a nova reflexão toma como objeto o que era estado inicial e não objeto. …</description>
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        <title>VIA DEVOCIONAL E VIA GNÓSTICA</title>
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        <description>VIA DEVOCIONAL E VIA GNÓSTICA

(Abellio, Serant1955)

Vamos precisar nosso pensamento com uma analogia. Em suas manifestações, a febre, por exemplo, é repetitiva. Aparentemente, ela também não muda a natureza do corpo que afeta. Ela cessa e o corpo volta a ser o que era, aparentemente. Na realidade, os elementos de irreversibilidade que a febre contém, como toda manifestação, permanecem invisíveis para nós. Eles existem, no entanto, e seria preciso ter uma concepção singularmente estreita da vid…</description>
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