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OS GRAUS DO ORGÂNICO E O HOMEM

Original (PDF)

  • Prefácio à primeira edição
  • Prefácio à segunda edição

I. Objetivo e objeto da pesquisa

  • 1. A formação da filosofia especulativa da vida em oposição à experiência (BergsonSpengler)
  • 2. A problemática da filosofia da vida do ponto de vista da teoria das ciências do espírito (Dilthey – Misch)
  • 3. O programa de uma fundamentação da filosofia do homem

II. A objeção cartesiana e a posição do problema

  • 1. A alternativa da extensão e da interioridade e o problema do fenômeno
  • 2. A recondução do fenômeno à interioridade
  • 3. O princípio de imanência. A anterioridade do dado da interioridade e sua reificação
  • 4. Extensão como mundo exterior, interioridade como mundo interior
  • 5. O princípio de representação. O elemento sensação
  • 6. A inacessibilidade do ego alheio segundo o princípio do sensualismo
  • 7. A exigência de uma revisão do princípio alternativo cartesiano no interesse da ciência da vida
  • 8. Formulação da questão de partida sob o ângulo do método

III. A tese

  • 1. A temática
  • 2. A dualidade de aspectos no modo de aparecimento da coisa percebida
  • 3. Contra a má interpretação dessa análise. Versão concentrada da tarefa
  • 4. A dualidade de aspectos da coisa percebida animada. Sua interpretação em termos de teoria da forma. Köhler contra Driesch
  • 5. Como a dualidade de aspectos é possível? A essência do limite
  • 6. A tarefa de uma teoria das características essenciais do orgânico
  • 7. Definição da vida
  • 8. Caráter e objeto de uma teoria das características essenciais do orgânico

IV. Os modos de ser-aí da vitalidade

  • 1. Características essenciais indicativas da vitalidade
  • 2. A posicionalidade do ser vivo e sua natureza espacializante
  • 3. Caráter processual e tipologização do ser vivo. Caráter dinâmico da forma viva. Individualidade da coisa singular viva
  • 4. Caráter evolutivo do processo vital
  • 5. A curva do desenvolvimento. Envelhecimento e morte
  • 6. Caráter sistemático da coisa individual viva
  • 7. Faculdade de autorregulação da coisa individual viva e equipotencialidade das partes
  • 8. Ser organizado da coisa individual viva. Dualidade de sentido dos órgãos
  • 9. Natureza temporalizante do ser que vive
  • 10. União espaço-tempo posicional e lugar natural

V. Os modos de organização do ser-aí vivo. O vegetal e o animal

  • 1. O ciclo vital
  • 2. Assimilação – dissimilação
  • 3. Adequação e adaptação
  • 4. Reprodução. Transmissão hereditária. Seleção
  • 5. A forma de organização aberta dos vegetais
  • 6. A forma de organização fechada dos animais

VI. A esfera do animal

  • 1. A posicionalidade da forma fechada. Centralidade e frontalidade
  • 2. A coordenação da excitação e da reação no caso do sujeito desconectado (tipo da organização descentralizada)
  • 3. A coordenação da excitação e da reação pelo sujeito (tipo da organização centralizada)
  • 4. Articulação do campo circundante do animal em complexos qualitativos e em coisas
  • 5. Inteligência
  • 6. Memória
  • 7. A memória como unidade de um resíduo e de uma antecipação

VII. A esfera do homem

  • 1. A posicionalidade da forma excêntrica. O Eu e o caráter da pessoa
  • 2. Mundo exterior, mundo interior, mundo comum
  • 3. As leis antropológicas fundamentais: I. A lei da artificialidade natural
  • 4. As leis antropológicas fundamentais: II. A lei da imediatidade mediada. Imanência e expressividade
  • 5. As leis antropológicas fundamentais: III. A lei do lugar de implantação utópica. Inanidade e transcendência
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