Romantismo
Curso de 1956
I — Introdução. A interpretação meramente literária do romantismo. O clássico e o romântico como fatores de interpretação da cultura.
II — Romantismo e filosofia na Alemanha.
III — O Iluminismo alemão. Submissão aos padrões do racionalismo francês.
IV — A reação ao Iluminismo. Rousseau e o “esprit romanesque” do sentimento interior, sua influência nos jovens poetas do Sturm und Drang. Hamann e a valorização do gênio. Herder e o despertar da consciência nacional.
V — Classicismo alemão e romantismo.
VI — A “Teoria da Ciência” de Fichte. A superação dos dualismos kantianos pela “ação efetiva” do EU. O EU como incondicionado absoluto. A função do Não — eu e a moral como sentido último da metafísica de Fichte, O problema da inter-subjetividade, O panteísmo dc Fichte.
VII — Repercussão da “Teoria da Ciência” sobre o grupo romântico. Ä exigência de unidade,
VIII — Frederico Schlegel e a função da arte. O entrosamento entre filosofia, arte, moral e religião.
IX — A filosofia da religião de Schleiermacher e a atitude fundamental do espírito romântico.
X — A preocupação com a natureza. O problema da ciência romântica.
XI — A filosofia de F. W. J. von Schelling. O primeiro princípio metafísico. Reflexão e intuição. Necessidade de complementar a filosofia do espírito com uma filosofia da natureza. O idealismo da natureza. O dinamismo progressivo da natureza compreendido como antagonismo de forças. Insuficiência da filosofia e o recurso à arte. A arte como revelação do Absoluto e como verdadeiro “organon” da filosofia. A evolução de Schelling para o idealismo da Identidade. A metafísica da arte.
XII — Romantismo e história. A função das instituições jurídicas segundo Schelling.
XIII — Romantismo e religião. A sugestão de J. Boehme. Novalis e a ideia de um “novo catolicismo’'.
XIV — Necessidade de uma nova mitologia, segundo os irmãos Schlegel.
XV — Identificação da filosofia com a religião.
Conclusão.
