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Manfred Frank

FRANK, Manfred. Der unendliche Mangel an Sein: Schellings Hegelkritik und die Anfänge der Marxschen Dialektik. München: W. Fink Verlag, 1992.

Em vez de um prefácio

Introdução

I – A compreensão filosófica de Hölderlin e sua influência sobre Hegel e Schelling

II – A redução do ser à reflexão na Lógica de Hegel

  • Imediatidade do ser, da aparência e da essência
  • Imediatidade pressuposta e posta
  • Reflexão como autodeterminação no outro
  • A inalcançabilidade da ›pressuposição‹
  • Uma figura de pensamento de Schelling – pré-forma ou alternativa?

III – As críticas recíprocas de Hegel e Schelling aos sistemas

  • A crítica de Hegel a Schelling no prefácio da Fenomenologia
  • A réplica de Schelling – o ›círculo da reflexão‹
  • Pressupor e intuição intelectual
  • Comprovação da crítica schellinguiana com exemplos

IV – A busca de Schelling por uma imediatidade positiva – A problemática da fórmula da identidade

  • O passo para além da linha limite da consciência
  • A prova ontológica da reflexão
  • O pensamento do ser da filosofia da identidade e a ›reflexão determinante‹ de Hegel em concorrência

V – A solução de Schelling – A dependência da ideia em relação ao ser

  • Ser, identidade e conhecer
  • A pergunta pelo fundamento do saber – o ›ordo inversus‹ da reflexão
  • A pergunta pelo fundamento do ser
  • A crítica à tese do ser da Lógica de Hegel
  • A impossibilidade de uma passagem lógica à realidade
  • O ›desmoronamento imanente da razão‹
  • A prioridade absoluta do ser sobre a essência
  • A prioridade absoluta da identidade e o fracasso do autoconhecimento do espírito
  • Inversão dialética ou inversão da dialética?

VI – Ludwig Feuerbach – Do primado do imediato

  • Para a crítica da filosofia hegeliana (1839)
  • A crítica da filosofia da natureza de Schelling
  • A relação com Schelling na autoavaliação de Feuerbach
  • Parentescos sistemáticos entre a crítica de Hegel de Schelling e de Feuerbach
  • Resumo

VII – Karl Marx – A história como relação consigo mesma da natureza

  • Crítica da dialética e da filosofia hegelianas em geral (1844)
  • Realidade e história – fundamentos do materialismo histórico

VIII – Materialismo e dialética da história (SchellingMarxHegel)

  • A diferença ontológica entre essência e realidade – a teoria do tempo de Schelling como arquétipo de uma dialética materialmente fundamentada
  • Historicidade como queda e alienação
  • A indissolubilidade do tempo
  • Schelling ou Hegel? – Uma perspectiva de filosofia da história

Apêndice

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