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Nihil sem limite

BRASSIER, Ray. Nihil Unbound: Enlightenment and Extinction. Basingstoke: Palgrave Macmillan, 2007.

  • Prefácio
  • Parte I: A destruição da imagem manifesta
    • Capítulo 1: A apoptose da crença
      • 1.1. A imagem manifesta e o mito de Jones: Wilfrid Sellars
      • 1.2. A instrumentalização da imagem científica
      • 1.3. Catástrofe cognitiva: Paul Churchland
      • 1.4. A alternativa neurocomputacional
      • 1.5. O «paradoxo» do eliminativismo
      • 1.6. Do superempírico ao metafísico
      • 1.7. A aparência da aparência
    • Capítulo 2: A tanatose do Esclarecimento
      • 2.1. Mito e Esclarecimento: Adorno e Horkheimer
      • 2.2. O sacrifício do sacrifício
      • 2.3. A comemoração da reflexão
      • 2.4. A desapropriação do espaço
      • 2.5. A mimese da morte
    • Capítulo 3: O enigma do realismo
      • 3.1. O arquifóssil: Quentin Meillassoux
      • 3.2. A resposta correlacionista
        • 3.2.1. A lacuna da manifestação
        • 3.2.2. A instanciação do transcendental
        • 3.2.3. Ancestralidade e cronologia
      • 3.3. Os dois regimes do sentido
      • 3.4. O princípio da factualidade
      • 3.5. As três figuras da factualidade
        • 3.5.1. A impossibilidade da contradição
        • 3.5.2. A existência necessária da contingência
        • 3.5.3. A inconstância da natureza
      • 3.6. A diacronicidade do pensamento e do ser
      • 3.7. O paradoxo da contingência absoluta
  • Parte II: A anatomia da negação
    • Capítulo 4: A desvinculação do vazio
      • 4.1. A desvinculação do ser: Alain Badiou
      • 4.2. A aprioridade do discurso ontológico
      • 4.3. A lei da apresentação
      • 4.4. Estrutura, metaestrutura, representação
      • 4.5. A sutura ao inapresentável
      • 4.6. A apresentação como antif fenômeno
      • 4.7. A exceção metaontológica
      • 4.8. Os dois regimes da apresentação
      • 4.9. Consequências da subtração
    • Capítulo 5: Ser nada
      • 5.1. Realismo, construtivismo, desconstrução: François Laruelle
      • 5.2. A essência da filosofia
      • 5.3. A decisão filosófica como dedução transcendental
      • 5.4. Nomear o real
      • 5.5. A ventriloquia da filosofia
      • 5.6. A evacuação do real
      • 5.7. Determinação em última instância
      • 5.8. O objeto pensante
      • 5.9. Desvinculação transcendental
      • 5.10. Autonomia absoluta e relativa
      • 5.11. Negatividade não dialética
      • 5.12. A identidade do espaço-tempo
  • Parte III: O fim do tempo
    • Capítulo 6: A forma pura e vazia da morte
      • 6.1. Quem é o tempo?: Heidegger
      • 6.2. Êxtase (ekstasis) e ekstema
      • 6.3. Possibilidade finita e infinito atual
      • 6.4. Deleuze: o tempo em si e para si
      • 6.5. A natureza intensiva da diferença
      • 6.6. Individuação e indivíduo
      • 6.7. As sínteses do espaço e do tempo
      • 6.8. A fratura do pensamento
      • 6.9. A cesura do ato
      • 6.10. As duas faces da morte
      • 6.11. A fusão da mente e da natureza
      • 6.12. A expressão da complexidade
      • 6.13. A vida da mente
    • Capítulo 7: A verdade da extinção
      • 7.1. A fábula de Nietzsche
      • 7.2. O ponto de virada
      • 7.3. Catástrofe solar: Lyotard
      • 7.4. A apreensão da fenomenologia: Levinas
      • 7.5. O trauma da vida: Freud
      • 7.6. A vinculação da extinção
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