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Modernidade
BLUMENBERG, Hans. Die Legitimität der Neuzeit. Frankfurt am Main: Suhrkamp Verlag, 1966. (2ª edição totalmente revisada e ampliada em três volumes autônomos: 1973–1976).
PARTE I - SECULARIZAÇÃO: CRÍTICA DE UMA CATEGORIA DE ILEGITIMIDADE HISTÓRICA
- 1. O estatuto do conceito
- 2. Uma dimensão de significado oculto?
- 3. O progresso revelado como destino
- 4. Em vez da secularização da escatologia, a secularização pela escatologia
- 5. Fazer história para exonerar Deus?
- 6. A tese da secularização como anacronismo na Idade Moderna
- 7. A suposta migração do atributo da infinitude
- 8. Teologia política I e II
- 9. A retórica das secularizações
PARTE II - ABSOLUTISMO TEOLÓGICO E AUTOAFIRMAÇÃO HUMANA
- Introdução
- 1. O fracasso da primeira tentativa de afastar o gnosticismo assegura seu retorno
- 2. Perda do mundo e autodeterminação demiúrgica
- 3. Uma comparação sistemática entre a crise de época da Antiguidade e a da Idade Média
- 4. A impossibilidade de escapar de um Deus enganador
- 5. A cosmogonia como paradigma da autoconstituição
PARTE III - O “PROCESSO” DA CURIOSIDADE TEÓRICA
- Introdução
- 1. A retratação da virada socrática
- 2. A indiferença dos deuses de Epicuro
- 3. O ceticismo conserva um resíduo de confiança no cosmos
- 4. Preparativos para uma conversão e modelos para o veredicto do “processo”
- 5. A curiosidade é incluída no catálogo dos vícios
- 6. Dificuldades relativas ao estatuto “natural” do desejo de conhecimento no sistema escolástico
- 7. Prelúdios de uma futura transgressão dos limites
- 8. O interesse pelas coisas invisíveis no interior do mundo
- 9. Justificações da curiosidade como preparação para o Iluminismo
- 11. A integração à antropologia: Feuerbach e Freud
PARTE IV - ASPECTOS DO LIMIAR DE ÉPOCA: O CUSANO E O NOLANO
- 1. As épocas do conceito de época
- 2. O Cusano: o mundo como autolimitação de Deus
- 3. O Nolano: o mundo como autoesgotamento de Deus
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