blumenberg:2022:start
Concepção de si
BLUMENBERG, Hans. Ein mögliches Selbstverständnis: Lebensthemen. Erste Auflage, Originalausgabe ed. Berlin: Suhrkamp, 2022.
- Introdução: O que não é evidente por si mesmo
UM FUTURO
- Tudo sobre a futurologia
- Um futuro (situação em 1990)
- [A transposição de limiares — além dos quais se encontra aquilo que importa]
- O futuro continua sendo futuro — falando seriamente
- [Julgamento injusto]
MANIA DO FIM DOS TEMPOS
- É permitido dizer: “Tenho medo!”?
- [Tempo restante]
- Salve o que puder, quem puder!
- O que aconteceria se Heidegger fosse compreendido?
- Os fins do mundo de Schnitzler
- Embaraço
PERMANÊNCIA DE SI MESMO
- Uma vida — uma identidade?
- Um caso de autoengano
- Recordação do Eu perdido
- O mundo não tem nome
- Através do mundo sinalizado
- O ganho decorrente da renúncia à posse absoluta do mundo
- Para quem se escreve
ESPECTADORES
- A condenabilidade do espectador
- Como alguém se torna espectador
- Ser espectador sem constrangimento
- A corrente e as linguagens para falar dela
- A cronologia da data zero e a polarização das visões de mundo
- Quando não havia motivo para rir
- Quando não havia nada para ver
- Sobre a vantagem que o mito da culpa confere à capacidade de ser culpado
- Uma crise de identidade escolar
O DESCRITÍVEL E O INDESCRITÍVEL
- Mihi ipsi scripsi
- Não importa quando?
- A ficção do primeiro homem e do último
- Palavras e coisas
- A sugestão de que quase se poderia ter feito por si mesmo
- Uma proposição de Wittgenstein
- A data
DISTÂNCIAS — AFINIDADES
- O Deus oculto da fenomenologia
- Não poder viver sem filosofia — uma fórmula de páthos
- Como a vida se torna suportável
- A obstinação da felicidade, a complexidade do entendimento
- A lentidão da razão
- Nenhum Sócrates
- O ser — um MacGuffin
- O filósofo de Schnitzler
- Ação paralela de uma formação conceitual
- [Afinidades e predominâncias]
- Autotratamento
- Delegação
FRACASSO DOS CONCEITOS
- Um caso de realismo
- A realidade é aquilo a que se retorna como o mesmo e, contudo, nunca como o igual
ALGUNS HORRORES DA RAZÃO PURA
- A ordem do deus délfico e a ironia de suas consequências tardias
- A teoria infinita
- O dilema final do leitor
- A instituição originária da razão
- Escrituração em partidas dobradas — os diários de guerra de Wittgenstein, 1914–1916
- Resultado e vivência
CASOS-LIMITE. GLOSAS SOBRE O DIÁRIO DE HEBBEL
- Duas maneiras de lidar com o livro
- Um “Fausto” para uma noite
- Obras completas
- Desproporções
- Aniquilações
- Como os espartanos
- Uma lacuna no diário — ou: a arte de fazer com que os outros tenham um fim trágico
- Falsificação de moedas em sentido inverso
- Alimento simbólico
- O preço quando não há preço
- Sacrifício de tempo, furto de tempo, roubo de tempo
- “O tédio” — um drama
- Formas de morrer
- A receita da imortalidade
- E uma despedida da imortalidade
TRANSPOSIÇÕES DE FRONTEIRAS
- A insuportável imortalidade
- Sensibilidade para o duplo sentido — leituras equivocadas do humanista Montaigne
- [Eu-sou e simultaneidade originária]
- Incursão no silêncio eterno
- Os mundos possíveis de Paul Valéry
- Thomas Mann em 1945
- Thomas Mann em 1955
- Travessias decepcionantes de fronteiras
- A última palavra do cínico
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