A história torna-se um objeto totalizante e reflexivo, pois não é apenas objeto, mas, em certo sentido, o sujeito do pensamento, inclusive do pensamento sobre a história, sendo nosso senso histórico produto da própria história que ele nos permite pensar, aprisionando-nos num círculo onde a leitura da história é historicamente determinada, conforme a asserção de M.
Foucault de que somos historicamente votados à história.