Introdução — A noção de “filosofia eterna” e a perspectiva metafísica.
Primeira Parte — Situação da perspectiva metafísica
A doutrina vai além dos dogmatismo antinômicos
Une a extrema universalidade de seu conteúdo doutrinal e de suas implicações espirituais à extrema singularidade de seu enraizamento em uma tradição espiritual determinada
Plotino
Primeiro no que concerne o enraizamento na tradição espiritual
Os fundamentos da diversidade das formulações
Formulação oriental e formulação ocidental — Vedanta não-dualista e Neoplatonismo — Shankara e Plotino
Segunda Parte — Natureza da perspectiva metafísica
As limitações da ontoteologia tradicional
Se o Absoluto concebido no rigor de sua infinitude metafísica é apreendido com devendo se limitar e se negar em aparência para se afirmar como o Ser puro ou a Causa primeira da ontoteologia, a existência do “cosmo” é uma consequência não menos necessária desta infinidade.
Essencial à perspectiva metafísica
Importância da dialética descendente
O dogmatismo da ontoteologia tradicional do Ocidente apresenta duas “doutrinas particularmente significativas: No aristotelismo, o mundo, enquanto é constituído pelo conjunto das “formas específicas” é “eterno”: as espécies são incriadas, e eternamente veiculadas através dos indivíduos perecíveis
Terceira Parte — Filosofia sistemática e perspectiva metafísica
Duas formas de dogmatismo O dogmatismo “tradicional”
A primeira consistindo a superar os limites da experiência “possível” em afirmando um Incondicionado que lhe parece fundar a unidade desta experiência
O Infinito integralmente infinito não está mais além da experiência, na medida onde ele constitui o objeto da evidência mais imediata e apodítica.
A subjetividade permanece em contradição com sua exigência de Absoluto ou de unidade, em constatando as antinomias às quais ele se encontra acuada
Pura Subjetividade que se encontra alcançada ao termo de um movimento de transcendência integral, e que ultrapassa as limitações “espiritualistas” e “idealistas” da consciência de si
Da metafísica integral ao dogmatismo ontoteológico
Conclusão — Dogmatismo metafísico e revolução copernicana.