Degradação profunda da cultura ocidental visível muito antes do colapso institucional.
Manifestações grotescas do culto do Progresso e da crença cega na gestão tecnocrática.
Paranoia característica das elites informático-organizacionais.
Imperialismo sem limites das instituições econômicas e financeiras.
Obsessão pela mecanização, pela automação e pela racionalização integral da vida social.
Dimensão repressiva do racionalismo ocidental moderno e de sua ciência inseparável.
Incapacidade das instâncias dirigentes de conduzir humanamente as organizações sob sua responsabilidade.
Empobrecimento da imaginação, da sensibilidade e do calor humano na atividade política.
Ascensão do individualismo e armadilhas da chamada cultura da informação e da comunicação.
Agravamento dos desequilíbrios globais e proliferação de exclusões geradoras de riscos sistêmicos.