Num diálogo com o escritor e psicanalista Pierre Bayard, este o acusou de pregar um realismo invivível, tão penoso psicologicamente que seria preciso embriagar-se para suportá-lo;
Rosset perguntou-lhe se era muito jovem e se sabia qual o maior país exportador de bananas (Equador), cujas bananas, justamente, seriam as melhores do mundo, “epatante, não acha?”, e Bayard, irritado, perguntou se ele não tentava “afogar o peixe” (noyer le poisson).