Segundo, o texto é o único a descrever com nitidez o conteúdo do retorno: o que retorna, ou antes retornaria, é este mundo já presente, “nada de novo”. Trata-se de repetição estrita, o que não exclui o retorno da diferença sugerido por
Deleuze, se a própria vida é feita de diferenças, mas exclui o retorno do mesmo em
Heidegger, que implica permanência de um ser transcendente a toda existência no tempo.