Quarta tese: dividir o mundo em “verdadeiro” e “aparente”, à maneira do cristianismo ou de
Kant (cristão disfarçado), é sugestão da decadência, sintoma de vida declinante. O artista que põe a aparência acima da realidade nada prova contra isso, pois a “aparência” significa aí a realidade repetida, selecionada, reforçada, corrigida; o artista trágico não é pessimista, diz “sim” ao problemático e terrível, é dionisíaco.