A intenção terrorista de Lucrécio,
Montaigne,
Pascal e
Nietzsche é incapaz de constatar (salvo a impossibilidade da constatação) e busca não uma sabedoria ao abrigo da ilusão, mas loucura controlada e júbilo, como em
Pascal: somos tão necessariamente loucos que não sê-lo seria ser louco por outra volta da loucura, e ainda, alegria, alegria, lágrimas de alegria.