O de omnibus dubitandum de
Descartes valia graças ao suposto do Todo uno e universal: diante desse Todo estava o pensamento uno e universal e, como seu instrumento, a dúvida de omnibus igualmente una e universal. Desaparecido esse pressuposto, cuja fragilidade foi o primeiro cuidado mostrar, já caduco para o espírito consciente, surge no lugar da dúvida absoluta a dúvida hipotética: por já não ser de omnibus, não tem mais direito de sentir-se como fim, mas apenas como meio do pensamento. Assim se mergulha mais uma vez na profundidade do positivo.