O tempo presente o fez. A “contingência do mundo”, seu ser-assim-e-não-de-outro-modo (
Sosein), sempre foi percebida, mas tratava-se de dominá-la, tarefa da filosofia: ao passar para o pensamento, o “contingente” transformava-se em necessidade. Só depois do ponto de acabamento que esse movimento do pensar atingiu com o idealismo alemão emergiu, com
Schopenhauer e na última filosofia de
Schelling, uma tendência oposta, em que a “vontade”, a “liberdade” e o “não consciente” podiam o que era impossível à razão: reinar sobre um mundo de acaso.