A influência da leitura de *Typee* de Herman Melville, realizada durante a estadia em Walden, reforça a visão crítica sobre a corrupção introduzida pela civilização ocidental e missionária, alinhando-se a um primitivismo que, ecoando
Montaigne e
Rousseau, questiona se as invenções da modernidade tecnológica, como o vapor e a eletricidade, trouxeram felicidade real ou apenas alienação, em contraste com a autonomia e a osmose com a natureza observada nas sociedades indígenas que dispensam o supérfluo para viver o essencial.