A unidade múltipla de *The Faerie Queene* tem Arthur como seu emblema, cuja semelhança com outros cavaleiros surge frequentemente, seja através do capacete, do nome confundido ou da corrente dourada da concórdia, fazendo de Arthur um caso-típico estável para o fenômeno do trabalho do sonho descrito por
Freud, onde uma figura se assemelha a uma em aparência, veste-se como outra e persegue a ocupação de uma terceira; a intervenção periódica de Arthur em favor de cavaleiros menores carrega uma forte sugestão de motivos de descida do céu, alinhando o poema consigo mesmo e com um meio divino.