O romance de cavalaria, assim como o poema heroico, busca formar a ideia de um cavaleiro perfeito, com Sidney citando Orlando e Harington apontando Ruggiero como exemplos ideais, embora críticos como Cornelius
Agrippa e Samuel Butler condenem tais obras como fabulações ou padrões perigosos; no entanto, teóricos como o cônego em Cervantes, Pigna, Toscanella e Minturno defendem que o romance foca em um cavaleiro celebrado acima de todos, ou projeta um homem perfeito e bem-arredondado através da soma de virtudes distribuídas entre vários personagens, evitando aventuras infindáveis ao reunir todos os atributos necessários.