MEYER, Michel. Questions de rhétorique: Langage, raison et séduction. Paris: Librairie Générale Française (Le Livre de Poche), 1993.
Introdução — A modernidade como realidade retórica
Capítulo I — O que é a retórica?
1. Da arte de falar à expressão da subjetividade
2. As diferentes definições da retórica
3. A unidade definicional da retórica
4. Os grandes problemas da retórica
5. Quadro sintético: a racionalidade interrogativa do campo retórico
6. O questionamento em ação
7. O tríptico argumentativo
8. Retórica branca versus retórica negra
Capítulo II — Pensar, dizer, raciocinar
1. Pensar é questionar
2. Da interrogação do mundo às respostas que constituem o conhecimento sobre ele
3. Os eixos constitutivos do responder
4. A teoria dos níveis e as operações fundamentais do pensamento
5. A forma cardinal do logos
6. Tropos e raciocínio
7. Inferência retórica, inferência lógica e lugares-comuns
Capítulo III — A que responde o uso da linguagem?
1. A estrutura básica da linguagem
2. A diferença problematológica
3. A forma e o contexto
4. A autonomização das respostas ou a referencialidade da linguagem
5. A dimensão dialógica da linguagem: dialética e comentário
6. A determinação do sentido: da referência à significação
7. Quadro recapitulativo: as modalidades do sentido
8. A dimensão argumentativa da linguagem
Capítulo IV — Retórica do sujeito, retórica dos sujeitos
1. Figuras de estilo, figuras do humano
2. A estrutura da figuralidade
3. Metáfora, metonímia, sinédoque e ironia
4. A retórica dos sujeitos
5. Retórica e argumentação: as articulações fundamentais
Capítulo V — Lógica do predador, lógica do sedutor, lógica do consenso
1. Identidade de persuasão, diferença de predação
2. De onde vem o caráter fundamental da identidade e da diferença na constituição da intersubjetividade?
3. A demanda publicitária
4. A lógica do pathos e da recepção retórica
5. O desmascaramento da manipulação retórica ou por que Hitler não é “publicidade”
6. A linguagem dupla ou como as palavras perdem seu sentido
7. Direito e política: gênese e uso das normas
8. Conclusão — A argumentação pode ser suficiente?