MEYER, Michel. Le philosophe et les passions: esquisse d’une histoire de la nature humaine. Paris: Presses universitaires de France, 2007.
O filósofo e as paixões
Prefácio à edição “Quadrige”
Nota preliminar
Introdução
Capítulo I — Da paixão pelo discurso ao discurso das paixões
1. Como as paixões passaram a ser expressas?
2. O filósofo e o homem comum, ou como alguém se torna filósofo
3. Os homens segundo a razão e a paixão
4. Moral e política
5. A ambiguidade fundamental da teoria platônica das paixões
6. A resposta da história ao paradoxo da paixão: o cristianismo como prolongamento do platonismo
Notas
Capítulo II — A paixão como nova relação com o ser
1. O ser e o logos
2. A nova concepção do ser segundo Aristóteles
3. A reabilitação do provável e do contingente
4. Até onde Aristóteles pode ir na reabilitação do sensível?
5. O ser da paixão
6. Da paixão à ação
7. As paixões como relação com o outro
8. A cadeia das paixões ou o desequilíbrio na cidade
9. Quais são os fins do homem? Ou as duas morais de Aristóteles
10. As paixões da alma
Notas
Capítulo III — Da doença ao pecado
1. A paixão como loucura da alma
2. As paixões são naturais?
3. A paixão como erro de julgamento
4. A paixão como pecado original
5. Do conhecimento ao amor: a irredutibilidade do passional
6. O paradoxo da culpa como retomada do paradoxo platônico das paixões
7. O agostinismo como virada histórica na concepção do homem
8. O amor como paixão originária
9. A classificação racional das paixões segundo São Tomás
10. A solução tomista não recoloca o problema das paixões?
Notas
Capítulo IV — A gênese do indivíduo e os sobressaltos da culpabilidade
1. Introdução
2. Orgulho e paixão: o político
3. Maquiavel ou a retórica da prudência
4. Estado de natureza e natureza humana
5. A ideia de humanidade como relação com as paixões
6. As paixões são mais naturais do que humanas?
7. Sistemática das paixões
8. Quadro recapitulativo
9. A dialética das paixões
a. Antitética da primeira figura
b. Antitética da segunda figura
c. Antitética da terceira figura
d. Antitética da quarta figura
10. Investigação sobre a riqueza das paixões ou como elas se transformaram em interesses
11. Do dinheiro à luxúria
12. Conclusão provisória
Notas
Capítulo V — Da experiência da paixão à paixão pela experiência
1. Introdução
2. O dilema cartesiano
3. Existe um cogito da paixão?
-
5. Natureza e liberdade
-
7. Da generosidade
8. A paixão como diferença entre o homem e Deus (Spinoza)
9. Paixão e servidão
10. A paixão como experiência da consciência
11. A consciência incerta e seu reencontro consigo mesma
Notas
Capítulo VI — Os espelhos da sensibilidade: moral, estética e história
1. Para além do racionalismo e do empirismo
2. A razão para além de toda paixão
3. A ambivalência do kantismo: da sensibilidade integrada à sensibilidade romântica
4. História e estética ou o universal fragmentado
5. As paixões narradas
6. A morte do sujeito
Notas
Capítulo VII — Por uma crítica da paixão pura
1. Uma conclusão à guisa de introdução
2. A coerência passional da consciência
3. A paixão e o real
4. A retórica das paixões
5. Linguagem e paixão
6. As duas formas da consciência ou o papel do tempo como fator de unidade
7. A paixão como resposta à história: da história à história ou o indivíduo como presença (a si mesmo)
8. As paixões em sua lógica social: a identidade e a diferença em ação
9. Existe uma estética das paixões?
10. As grandes articulações passionais
Notas
Epílogo