O Athenaeum (1798-1800), núcleo inteligível do primeiro romantismo
A revista como gênero literário
O Athenaeum no contexto da cultura alemã
A opinião de
Goethe e Schiller
A busca fundamental do romantismo é germânica
A dimensão ontológica fundamental
O século de ouro da filosofia alemã
Filosofia, poesia, teologia
Não há filosofia romântica, mas filósofos próximos dos românticos
A busca do absoluto escapa às armadilhas axiomáticas
A plenitude do sentido é um excedente de sentido
O sistema como ordem de desfile
Demonstração de força ou mostragem
O sistema como ópio do filósofo
Discurso contra o método
Possibilidade de romantismo sem discurso metafísico
O romântico como circunavegador do mundo interior (Tieck)
Inversão das prioridades
Entre empirismo da aparência e da essência
O absoluto rompe os limites do possível
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Retorno do absoluto reprimido
Angústia escatológica e revelação do infinito no finito
Filosofia da identidade
Quem fala do absoluto não fala do absoluto
A razão entre transascendência e transdescendência
Eu e Tu, mas não Isso
Ininteligibilidade essencial do real
Inacabamento da filosofia
Abertura ao infinito
Filosofia e lirismo
Certeza do sentimento (Tieck)
Pensamento romântico recusa segurança
A finitude não absorve o infinito
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Modelo romântico biológico
Relação com o mundo como presença
Um integralismo escatológico
Conhecimento como núpcias
Um pensamento interminável
O absoluto como ponto de fuga
Categorias da vida
Passagens da vida à morte, do consciente ao inconsciente
Um pensamento crepuscular
A desordem do pensamento marca a ordem das coisas
Extremos românticos: a Noite, o Mal, a Morte, Satanás
Claro pelo mais obscuro
Sabedoria dos confins: o Oriente, os extra-terrestres, a palingenesia
Terrenos vagos; todos os alhures são aproveitáveis
Gnose
O intelectualismo procede por exorcismo
Retornos do platonismo
Tradição astrobiológica da filosofia da natureza
Por uma legitimidade humana
Renascimento mitológico: Discurso sobre a Mitologia (1800)
A mitologia como núcleo da cultura
Vico: inteligibilidade imanente da cultura
Herder: povos e civilizações em devir orgânico
Frédéric
Schlegel: uma mitologia da modernidade
Espírito do tempo e espírito do povo
Função mítica e idealismo
Um novo saber, hieróglifos da natureza
Coerência interna da filosofia da natureza
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A mitologia contém o mundo dos arquétipos
Sinais da presença no mundo
Presente eterno do mito
Um politeísmo mitológico
A legenda dourada do cristianismo assegura a correspondência das formas na cultura medieval
A mitologia clássica como mitologia em exílio
Legenda dos Séculos e Bíblia da Humanidade
Mostração e não demonstração
Acesso à plenitude do sentido
Revelação mítica como ontologia vital
Tempo primordial e tempo final; diálogo entre mito e logos
Mito e gnose
Novos mitos do romantismo: Revolução, Nação, Utopia
O romantismo exige o absoluto, o impossível
Realização coletiva
A liga dos poetas
Filosofar em comum
Criação transindividual
O romantismo como conjuração
O fracasso inevitável e dissolução do grupo
Sucesso final ou insucesso do romantismo
Sistema
Ironia e humor
E. T. A. Hoffmann
Irrealização da realidade
Limites do fantástico
Tradição da ironia sentimental
Arte poética
Caminho ao poema total
O romantismo não é niilismo
Positividade do negativo
Uma epistemologia do desvio e da comunicação indireta
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Idealismo e romantismo
Romantizar
Sturm und Drang
Crítica kantiana como nova origem
Recusa da posse do absoluto
Auto-limitação
O absoluto manifesta-se por limitação
O idealismo absoluto associado a um empirismo do absoluto
Restauração ontológica
Movimento romântico e mística especulativa
Eckhart e reintegração em Deus
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Filosofia como via de salvação
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Filosofia e religião