FERRARIS, Maurizio. Storia dell’ermeneutica. Milano: RCS Libri, 2008.
“Não posso agir de outro modo”
Premissa
Capítulo I — Das origens ao Iluminismo
0. O que é a hermenêutica?
1. Antiguidade e Idade Média
2. O Humanismo e a Reforma
2.1. Filosofia e filologia no Humanismo como antecedentes das ciências do espírito românticas
2.1.1. “Oratores” e “judices”: o alcance retórico-prático do conhecimento
2.1.2. Filologia e história: o problema da distância temporal
2.1.3. Apogeu e involução da ideologia linguística do Humanismo
2.2. A Reforma e o problema da “hermeneutica sacra”
2.3. As hermenêuticas jurídicas
3. O século XVII como era do pensamento autônomo
4. O século XVIII e o Iluminismo
4.1. A hermenêutica do pietismo e a “patologia sacra”
4.2. Vico como coruja de Minerva da tradição humanística
4.3. O Iluminismo e a secularização da Bíblia
4.3.1. Perspectivas teológicas: antiescriturismo e teoria da acomodação (Akkomodationstheorie)
4.3.2. Etnologia e Sagrada Escritura
4.3.3. Mito e desmitização em Michaelis, Heyne e seus discípulos
4.4. Novos projetos de hermenêutica universal
Notas e bibliografia do capítulo I
Capítulo II — O século XIX e a gestação das ciências do espírito
1. O
Romantismo e a formação do cânone das “Geisteswissenschaften”
2. Positivismo, pragmatismo e historicismo
3. Energética e hermenêutica na “escola da suspeita”
Notas e bibliografia do capítulo II
Capítulo III — Hermenêutica e ontologia
1. Da fenomenologia à hermenêutica
2. Urbanização ou radicalização da herança heideggeriana:
Gadamer e Derrida
3. Novos problemas da ontologia: as hermenêuticas teológicas e o personalismo ontológico
Notas e bibliografia do capítulo III
Capítulo IV — Hermenêutica e epistemologia
1. Lógica hermenêutica?
2. Da hermenêutica à epistemologia
3. Da epistemologia à hermenêutica
3.1. Os problemas do neopositivismo
3.2. Teorias analíticas da história
3.2.1. Hempel e o “modelo de leis de cobertura” (Covering Law Model)
3.2.2. Dray e a crise do modelo hempeliano
3.2.3. História e narrativa
3.3. Teorias analíticas da ação
3.4. Pragmatismo e cultura pós-filosófica em Richard Rorty
4. Excurso: o problema da validade na interpretação
4.1. A hermenêutica metódica de Emilio Betti (1890–1968)
4.2. O problema da intenção autoral na hermenêutica literária de Eric D. Hirsch
4.3. Peter Szondi: a hermenêutica filológica diante do estruturalismo
4.4. A escola de Constança e a estética da recepção
4.5. O desconstrucionismo literário nos Estados Unidos
4.5.1. O nivelamento da diferença entre literatura, filosofia e crítica literária
4.5.2. Os “críticos de Yale” (Yale Critics)
4.5.3. Pragmatismo e crítica literária: Stanley Fish
4.6. O diálogo entre hermenêutica e desconstrução na Alemanha: Manfred Frank e Gottfried Boehm
Notas e bibliografia do capítulo IV
Conclusão — Hermenêutica e crítica da ideologia