Aconselha-se o uso de autores clássicos e sagrados como Homero, Virgilio, Ovidio, Plutarco, Leo Hebreo, o Livro dos Reis e os Evangelhos, mas sob a regra tradicional da imitação, que consiste não em inventar novidades, mas em revelar a única Verdade transmitida pelos autores inspirados. O texto deve ser escrito à chã, com palavras significantes, honestas e bem colocadas, refletindo uma eloquência de nobre origem que permita ao leitor sem malícia perceber a intenção pintada e manifesta do autor, estabelecendo um vínculo de cumplicidade entre quem escreve e quem lê a partir de uma mesma fonte de amor.