A natureza é apresentada como algo publicado em abundância mas pouco impresso, onde a ocorrência de uma palavra ou objeto natural tem um ponto que reside além dele mesmo; a escrita como trabalho manual visa levantar essas palavras da trivialidade e fixá-las, conjecturando um sentido maior através da derivação de conclusões da justaposição de palavras que, isoladas, pareceriam mortas conforme a percepção de
Wittgenstein.