Ontologia da liberação e prática do Sunyata como medicina radical para mal de ser, fundamentada na extinção do desejo e da substancialidade.
Identificação do sofrimento como efeito da sede de ser, exigindo disciplina que diagnostica doença e propõe remédios para iluminação.
Necessidade de condições meontológicas, baseadas no não-nascido e não-composto, como única garantia de evasão possível do ciclo de nascimento e morte.
Distinção entre Sunyata e mística negativa ocidental, visto que vacuidade budista recusa qualquer transcendência, mesmo aquela além do pensamento.
Realização do Nirvana como lucidez impiedosa e retirada definitiva, colocando fim ao estado de alma que submetia o indivíduo ao mundo das ilusões.