A verdadeira “revolução cultural” da Renascença inicia-se com a conquista de Constantinopla em 1453 e a subsequente imigração de sábios bizantinos para a Itália, como Gemisto Pléthon e o cardeal Bessárion, que sob a proteção dos Médicis introduziram o platonismo e práticas místico-mágicas, influenciando figuras como Marsílio
Ficino e
Pico della Mirandola e desafiando a hegemonia aristotélica.