Harald Höffding, divergindo de Aristóteles e
Kant que não incluíram a analogia entre as categorias fundamentais do entendimento, posiciona-se como o primeiro filósofo moderno a introduzir o conceito de analogia nas categorias formais, imediatamente após o conceito de identidade, demonstrando que a analogia fundamenta a redução das relações de qualidade e intervém na evolução dos conceitos de número, grau, tempo e lugar.