schubert:analise-da-simbolica-do-sonho
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| + | ====== ANÁLISE DA " | ||
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| + | Apresentação de Patrick Valette (Schubert1982) | ||
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| + | Na // | ||
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| + | Sua abordagem é apresentada em duas etapas; na primeira parte da obra, que corresponde aos cinco primeiros capítulos, ele expõe seu pensamento analógico e simbólico e tenta definir, por meio de uma noção de linguagem, uma realidade primordial, anterior à humanidade atual, que às vezes nos é vislumbrada através do sonho, da clarividência, | ||
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| + | A primeira metade da // | ||
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| + | Vemos, portanto, como o autor consegue, por meio da noção de sonho, reunir as diversas intuições dos pensadores e poetas românticos relacionadas às grandes manifestações da alma humana, transformando-as em um todo coerente e estruturado cujo elemento central é essa entidade que ele chama, seguindo o " | ||
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| + | Schubert não avançará mais nessa descoberta, e será necessário aguardar a obra de C.G. Carus (1789-1869) para encontrar uma verdadeira filosofia do inconsciente, | ||
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| + | No capítulo 3, lemos que a natureza "é a mais antiga Revelação conhecida de Deus ao homem, o Verbo de onde surgiram as revelações seguintes" | ||
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| + | Depois de desenvolver seu pensamento analógico, rico em lampejos de genialidade e associações notáveis, que o levou a validar a descoberta do inconsciente romântico e a reafirmar a analogia fundamental entre o homem e a natureza, Schubert se dedica a uma reflexão que introduz um tipo de pensamento ainda analógico, mas desta vez não mais horizontal, e sim vertical. É o que chamaremos de seu pensamento simbólico, fundamentado em um estudo diacrônico da humanidade e do cosmos, ambos situados no decorrer de uma meta-história ilustrada pelo mito. | ||
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| + | Nesta segunda parte da primeira metade da obra, Schubert observa a ambiguidade da alma humana e demonstra a perda da compreensão da natureza através do mito da queda. | ||
