schubert:a-linguagem-mitica
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| + | ====== LINGUAGEM MÍTICA | ||
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| + | Apresentação de Patrick Valette (Schubert1982) | ||
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| + | O sonho e a poesia, vestígios de uma idade de ouro já extinta, foram, portanto, dois modos de expressão característicos dessa linguagem primitiva que o homem das origens falava espontaneamente, | ||
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| + | Informado pelas descobertas recentes no campo da mitologia por seu brilhante colega de Nuremberg, Kanne — autor de //Pantheon der ältesten Philosophie// | ||
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| + | A linguagem mítica apresenta sempre, em todos os povos, a noção e a imagem de um deus que se tornou homem, bastante semelhante à de Cristo. Schubert cita Dionísio para os gregos, Osíris para os egípcios, Shiva para a Índia e Mitra para a Pérsia. Há, portanto, aqui também, uma universalidade na forma e no significado desse personagem, que em toda parte é "o criador das almas e o guia do destino" | ||
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| + | Mas Schubert não se limita a essas constatações e estabelece, com grande perspicácia, | ||
