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schopenhauer:schopenhauer-mvr1530-531-coisa-em-si-vontade-moral [30/12/2025 12:14] – created - external edit 127.0.0.1schopenhauer:schopenhauer-mvr1530-531-coisa-em-si-vontade-moral [28/01/2026 19:00] (current) mccastro
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-====== Schopenhauer (MVR1:530-531) – coisa-em-si - vontade - moral ======+====== coisa-em-si - vontade - moral (MVR1:530-531) ======
  
 [...] o mundo objetivo, como o conhecemos, não pertence à essência das coisas em si mesmas, mas é seu mero FENÔMENO, condicionado  exatamente por aquelas mesmas formas que se encontram a priori no intelecto humano (isto é, o cérebro), portanto nada contém senão fenômenos. Kant, decerto, não chegou ao conhecimento de que o fenômeno é o mundo como representação e a coisa-em-si é a Vontade. Todavia mostrou que o mundo fenomênico é condicionado tanto pelo sujeito quanto pelo objeto e, isolando as formas mais gerais de seu fenômeno, isto é, da representação, demonstrou que conhecemos tais formas e as abrangemos segundo a sua legalidade inteira não apenas partindo do objeto, mas também partindo do sujeito, porque as mesmas são propriamente, entre objeto e sujeito, o limite comum a ambos. Concluiu que, ao seguirmos tal limite, não penetramos no interior do objeto nem do sujeito; em consequência, nunca conhecemos a essência do mundo, a coisa-em-si. [...] o mundo objetivo, como o conhecemos, não pertence à essência das coisas em si mesmas, mas é seu mero FENÔMENO, condicionado  exatamente por aquelas mesmas formas que se encontram a priori no intelecto humano (isto é, o cérebro), portanto nada contém senão fenômenos. Kant, decerto, não chegou ao conhecimento de que o fenômeno é o mundo como representação e a coisa-em-si é a Vontade. Todavia mostrou que o mundo fenomênico é condicionado tanto pelo sujeito quanto pelo objeto e, isolando as formas mais gerais de seu fenômeno, isto é, da representação, demonstrou que conhecemos tais formas e as abrangemos segundo a sua legalidade inteira não apenas partindo do objeto, mas também partindo do sujeito, porque as mesmas são propriamente, entre objeto e sujeito, o limite comum a ambos. Concluiu que, ao seguirmos tal limite, não penetramos no interior do objeto nem do sujeito; em consequência, nunca conhecemos a essência do mundo, a coisa-em-si.
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