schelling:schelling-1996-pensamento-mitico
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| + | ====== PENSAMENTO MÍTICO (RICHIR) ====== | ||
| + | //RICHIR, Marc. L’expérience du penser. Phénoménologie, | ||
| + | Em outras palavras, no pensamento mítico, as protensões e retenções da fase de presença que se realiza não são as mesmas que para nós, elas já estão sempre, pelo menos em parte, nos códigos simbólicos que procuram articular-se harmoniosamente no pensamento mítico, e isso é coextensivo à instituição simbólica, no trabalho de sua elaboração em vista de si mesma, de uma linguagem mítica, cujos “mitemas” são, se assim se quiser, os únicos semantemas possíveis (pré-pensáveis). É isso que, mais uma vez, nos dá a impressão de que o sentido não é tomado por si mesmo, ou que, se ele tem um (por exemplo, etiológico), | ||
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