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 ====== Pascal ====== ====== Pascal ======
 +~~NOCACHE~~
 Pascal, Blaise (1623-1662) Pascal, Blaise (1623-1662)
 +
 +VIDE: [[https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:beaufret:pascal-1973|Jean Beaufret]]
  
 Em seu artigo: “As implicações políticas da filosofia da existência de Heidegger” (Les Temps modernes, n.º 2, 1946-1947), K. Löwith conta que, por volta de 1920, em sua “celular”, Heidegger tinha em sua mesa os retratos de Dostoiévski e Pascal. No caso de Pascal, o retrato em questão era uma fotografia da máscara mortuária, tal como pode ser vista reproduzida em Pascal par lui-même, de Albert Béguin (p. 39). A máscara mortuária, uma espécie de antecessora da fotografia, dá origem a uma análise no curso Lógica. A questão da verdade (1925-1926), e o exemplo citado por Heidegger é justamente o de Pascal, sinal evidente de que essa máscara chamou profundamente sua atenção (GA 21, 362). Não apenas a máscara: Pascal entra de fato no campo das leituras e investigações de Heidegger desde o início da década de 1920 e o acompanha de maneira especial nos anos seguintes, como atestam as duas citações desse filósofo que se encontram em Ser e Tempo (Heidegger, p. 4, 139). O escritório de Heidegger, no chalé de Todtnauberg, não era grande. Em uma prateleira horizontal situada logo acima da janela havia apenas alguns livros, entre os quais se destacavam quatro volumes em francês: as obras de Baudelaire, Rimbaud e Mallarmé na “Bibliothèque de la Pléiade” e os Pensamentos e opúsculos de Pascal editados por L. Brunschvicg na coleção “Classiques Hachette”. Em seu artigo: “As implicações políticas da filosofia da existência de Heidegger” (Les Temps modernes, n.º 2, 1946-1947), K. Löwith conta que, por volta de 1920, em sua “celular”, Heidegger tinha em sua mesa os retratos de Dostoiévski e Pascal. No caso de Pascal, o retrato em questão era uma fotografia da máscara mortuária, tal como pode ser vista reproduzida em Pascal par lui-même, de Albert Béguin (p. 39). A máscara mortuária, uma espécie de antecessora da fotografia, dá origem a uma análise no curso Lógica. A questão da verdade (1925-1926), e o exemplo citado por Heidegger é justamente o de Pascal, sinal evidente de que essa máscara chamou profundamente sua atenção (GA 21, 362). Não apenas a máscara: Pascal entra de fato no campo das leituras e investigações de Heidegger desde o início da década de 1920 e o acompanha de maneira especial nos anos seguintes, como atestam as duas citações desse filósofo que se encontram em Ser e Tempo (Heidegger, p. 4, 139). O escritório de Heidegger, no chalé de Todtnauberg, não era grande. Em uma prateleira horizontal situada logo acima da janela havia apenas alguns livros, entre os quais se destacavam quatro volumes em francês: as obras de Baudelaire, Rimbaud e Mallarmé na “Bibliothèque de la Pléiade” e os Pensamentos e opúsculos de Pascal editados por L. Brunschvicg na coleção “Classiques Hachette”.
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 [[https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:vezin:start|François Vezin]] [[https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:vezin:start|François Vezin]]
  
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