ortega:start
Differences
This shows you the differences between two versions of the page.
| Both sides previous revisionPrevious revision | |||
| ortega:start [26/01/2026 04:58] – mccastro | ortega:start [17/02/2026 14:00] (current) – external edit 127.0.0.1 | ||
|---|---|---|---|
| Line 1: | Line 1: | ||
| + | ====== Ortega ====== | ||
| + | ~~NOCACHE~~ | ||
| + | Ortega y Gasset, José (1883-1955) | ||
| + | |||
| + | [[https:// | ||
| + | |||
| + | A saudação dirigida por Heidegger a J. Ortega y Gasset em 1955 tem, evidentemente, | ||
| + | |||
| + | “Eu sou”, diz Ortega y Gasset, “mas também sou minhas circunstâncias”. Há nessa fórmula famosa, mas um pouco desajeitada (com o uso estranhamente “transitivo” do verbo ser), um certo pressentimento do ser no mundo. Viver, estar vivo, é estar permanentemente em contato com o mundo. É encontrar-se (sich befinden) no mundo, em pleno mundo, em um “contato” com ele que me afeta profundamente. Existem as circunstâncias, | ||
| + | |||
| + | Eu sou, mas também “sou” minhas circunstâncias. Se, durante uma longa caminhada, me encontro em um determinado momento preso em uma vala cheia de urtigas ao longo de uma rodovia, sem ver uma saída imediata para a situação, esse é um ser no mundo que, em certo sentido, eu quis e onde, em outro sentido, me encontro surpreso. De qualquer forma, é preciso enfrentar a situação: não há mais como recuar! Assim, viver, estar no mundo implica sempre estar presente. Ser, existir é, em um determinado momento, no intervalo entre o nascimento e a morte, estar presente. A existência traz consigo, por assim dizer, um sentimento de existência: | ||
| + | |||
| + | [[https:// | ||
| + | |||
| + | ---- | ||
| + | |||
| + | {{indexmenu> | ||
