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| Para entender o significado dado à palavra “sujeito” no discurso filosófico a partir do final do século XVIII, temos que voltar, como nos diz Heidegger, aos pressupostos ontológicos da lógica clássica: o sujeito de uma proposição singular deve, pelo menos em última análise, representar uma substância. É por isso que o sujeito do ato cogitativo (ou sujeito da consciência) mantém, na filosofia moderna, as características ontológicas de um ser dotado de identidade substancial. | Para entender o significado dado à palavra “sujeito” no discurso filosófico a partir do final do século XVIII, temos que voltar, como nos diz Heidegger, aos pressupostos ontológicos da lógica clássica: o sujeito de uma proposição singular deve, pelo menos em última análise, representar uma substância. É por isso que o sujeito do ato cogitativo (ou sujeito da consciência) mantém, na filosofia moderna, as características ontológicas de um ser dotado de identidade substancial. | ||
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