descombes:1995:intencionalidade
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| + | As fórmulas clássicas da intencionalidade a apresentam como uma complicação da relação entre um sujeito e um objeto. Elas acabam, assim, por mascarar ou atenuar o que deveria, ao contrário, ser destacado: que a intencionalidade não é de modo algum uma espécie de transitividade . Mas, se descartarmos como enganadora a fórmula que apresenta a intencionalidade como uma qualidade transitiva dos atos mentais, restam apenas as imagens que acompanhavam essa definição. Essas imagens são muitas vezes brilhantes, mas não oferecem nenhum ponto de apoio para a análise das intenções. Elas não têm outra força senão a polêmica: opõem, por exemplo, a " | ||
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