deleuze:1988:ser-saber
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| + | ====== Ser-saber ====== | ||
| + | Sendo o saber constituído por duas formas, como haveria intencionalidade de um sujeito em direção a um objeto, se cada uma das formas tem seus objetos e seus sujeitos? E, entretanto, é necessário uma relação entre as duas formas que seja determinável e que saia de sua " | ||
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| + | Mas essa dupla captura, constitutiva do Ser-saber, não poderia se fazer entre duas formas irredutíveis se o entrelaçamento dos lutadores não resultasse de um elemento ele próprio informe, de uma pura relação de forças que surge na irredutível separação das formas. Esta é a fonte da batalha ou a condição de sua possibilidade. Este é o domínio estratégico do poder, por oposição ao domínio estrático do saber. Da epistemologia à estratégia. Mais uma razão pela qual não há experiência " | ||
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| + | Foucault descobre então o elemento que vem de fora, a força. Foucault, como Blanchot, falará menos do Aberto que do lado de Fora. É que a força se relaciona com a força, mas de fora, de tal forma que é o lado de fora que “explica" | ||
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