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| - | O amor é "o caráter essencial e universal de Deus". "Deus ele mesmo vive eternamente só porque ele ama eternamente" | ||
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| - | "Tudo é sentimento (Alles ist Affect). Amor é Deus; ódio não existe, mas somente esforça-se para existir. Nossa existência consiste somente em sentir (im Affect); sentimento (voluntário) é existência. É errado que tantos teólogos não se deem conta da identidade do fundamento para sentimento, afecção, e vontade. O que não desejamos, amamos ou odiamos — o que não temos afecção (nos toca) — isto não é nada para nós. Toda nossa existência é em afecção... Anima est ubi amat. Sentimento é o mais elevado (mais profundo, mais interno) e mais externo que conhecimento." | ||
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| - | O amor é divino em todas suas formas. Todo verdadeiro amor nasceu de Deus. (O amor é) um visitante estrangeiro, | ||
| - | É o pensamento de Deus que é o a priori de todos os a prioris e, portanto, simplesmente a categoria. Ao invés de dizer com Descartes: Penso, logo sou, um homem deveria dizer: Sou pensado, logo penso, ou: sou querido (amado), logo sou. | ||
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| - | Eu conheço algo que amo (ou odeio) de maneira diferente do que algo que eu não amo (ou odeio) e que não afeta minha alma e, consequentemente, | ||
| - | Profundidade da alma vai paralelo com profundidade da mente. Mais superficial a afecção é, mais superficial a especulação é. Todo conhecimento surge em afecção e retorna à afecção. O amor gera conhecimento e conhecimento amor. A palavra é o hino do amor. Conhecer a verdade, e amá-la, e fazê-la, são uma e mesma coisa. Pois é somente na reunião da afecção com o conhecimento que o amor vive, como tal, em seu próprio elemento... Como ser, o amor já é a identidade de pensar e querer. | ||
| - | Conhecer a verdade, e amá-la, e fazê-la são uma e mesma coisa. | ||
| - | Pois somente nessa reunião de afecção com conhecimento que amor vive, como tal, em seu próprio elemento... Como ser, amor já é a identidade de pensamento e vontade. (p. 111-112) | ||
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