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Ontologia da Liberdade

PAREYSON, Luigi. Ontologia della libertà: il male e la sofferenza. Torino: G. Einaudi, 1995.

Prefácio

Parte primeira – A caminho da liberdade (Lições de Nápoles)

  • Advertência
  • Primeira lição: Liberdade e situação
  • Segunda lição: Liberdade e transcendência
  • Terceira lição: Liberdade e negação
  • Quarta lição: Liberdade e dialética

Parte segunda – A liberdade originária

  • I. A experiência religiosa e a filosofia
    • 1. O Deus dos filósofos.
    • 2. Conceito de transcendência.
    • 3. Transcendência da natureza, da lei moral, do passado, do inconsciente.
    • 4. Experiência de transcendência.
    • 5. Transcendência e divindade.
    • 6. Símbolos poéticos e mitos antropomórficos.
    • 7. Adequação do símbolo enquanto tautegórico.
    • 8. Inseparabilidade de fisicalidade e transcendência.
    • 9. Inesgotabilidade da transcendência: símbolo e metáfora.
    • 10. Indizibilidade da transcendência: símbolo e conceito.
    • 11. Antropomorfismo genuíno e antropomorfismo deteriorado.
    • 12. Deus como liberdade: arbitrariedade divina.
    • 13. Escolher-se e ser escolhido.
    • 14. Deus como liberdade: vontade originária.
    • 15. História da eternidade.
    • 16. Reflexão filosófica sobre a experiência religiosa.
    • 17. Caráter indireto do discurso filosófico sobre Deus.
  • II. A filosofia e o problema do mal
    • 1. Insuficiência da filosofia diante do problema do mal.
    • 2. Necessidade do recurso ao mito: arte e religião.
    • 3. Interpretação do mito como hermenêutica da consciência religiosa.
    • 4. Nem irracionalismo, nem fideísmo, mas hermenêutica existencial.
    • 5. Realidade do mal.
    • 6. A positividade originária.
    • 7. Vitória sobre o mal e escolha do bem.
    • 8. O mal em Deus.
    • 9. A origem e o autor do mal.
    • 10. O despertador do mal: a culpa originária livre.
    • 11. O despertador do mal: o início da história.
    • 12. O nexo entre o mal e a dor: tragédia humana e divina.
    • 13. Dostoiévski e a ideia do Deus sofredor.
    • 14. A interpretação cristã do mal e do sofrimento.
    • 15. A espiral do negativo.
    • 16. O escândalo do mal: o mal preexistente.
    • 17. As acusações a Deus.
    • 18. O Deus sofredor.
    • 19. A dialética divina.
    • 20. Niilismo e pensamento trágico.
  • III. Um «discurso temerário»: o mal em Deus
    • 1. Exemplos de «discursos temerários»: Mestre Eckhart e Angelus Silesius.
    • 2. Misticismo como niilismo e panteísmo.
    • 3. Preliminares ao «discurso temerário».
    • 4. Discurso existencial e hermenêutico.
    • 5. Discurso ético e discurso religioso.
    • 6. A liberdade como início e como escolha.
    • 7. Negatividade no positivo e positividade no negativo.
    • 8. Positividade de Deus e negatividade em Deus.
    • 9. Deus mau e inexistência de Deus.
    • 10. História da liberdade.
    • 11. Positividade e ambiguidade de Deus.
  • IV. Fragmentos sobre a escatologia
    • Advertência.
    • ‹A liberdade e Deus›
    • ‹As épocas da eternidade›
    • ‹A vicissitude do universo›
    • ‹A dialética›
    • ‹O sofrimento e a fé›
  • CONCORDÂNCIAS

Parte terceira – A liberdade e o nada

  • I. A «pergunta fundamental»: «Por que o ser em vez do nada»?
  • II. Espanto da razão e angústia diante do ser
    • 1. A passagem da filosofia negativa à filosofia positiva.
    • 2. O êxtase racional e o espanto da razão.
    • 3. Êxtase e intuição intelectual.
    • 4. Impotência, mutismo, submissão da razão.
    • 5. Espanto e maravilha.
    • 6. Espanto da razão e inconceitualidade da existência.
    • 7. A razão diante do ser intransitivo, indubitável, imemorial.
    • 8. Teoplexia na humanidade primitiva e torpor da razão.
    • 9. Arrepio religioso e consciência muda.
    • 10. O abismo para a razão em Kant e vertigem da razão.
    • 11. A pergunta suprema e o horror do ser.
    • 12. O espanto da razão e o problema da continuidade ou descontinuidade das duas filosofias.
    • 13. Os dois discursos racionais e sua diferença.
    • 14. Interpretação da cesura: discurso racional unitário e relação com o ser.
  • III. O nada e a liberdade como início
    • 1. Aproximação.
    • 2. Anticristianismo.
    • 3. Ambiguidade.
    • 4. Liberdade.
  • IV. Filosofia da liberdade
    • 1. O abismo da liberdade e a pergunta fundamental. Heidegger e Schelling.
    • 2. Dostoiévski. O vínculo originário entre a liberdade e o nada.
    • 3. A liberdade como início e como escolha.
    • 4. Possibilidade e realidade do mal.
    • 5. Valor redentor e revelador do sofrimento.
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