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Frank Pierobon
PIEROBON, Frank. Kant et la fondation architectonique de la métaphysique. Grenoble: J. Millon, 1991.
- Prefácio
- Introdução
CAPÍTULO I - A DEDUÇÃO EM PERSPECTIVA
- 1. Situação arquitetônica da dedução no âmbito da Crítica
- 2. A possibilidade de uma analítica em geral
- 3. A problemática da dedução em uma perspectiva epistemológica — deduções metafísica e transcendental
CAPÍTULO II - COMENTÁRIO DA ANALÍTICA DOS CONCEITOS
- 1. Introdução
- 1.1. Primeira seção: do uso lógico do entendimento em geral
- 1.2. Segunda seção: da função lógica do entendimento nos juízos
- Introdução: sobre a situação arquitetônica desta seção intermediária
- Comentário
- 1.3. Terceira seção: dos conceitos puros do entendimento ou das categorias
- 1.4. Observação: o estatuto das categorias
- 2. Comentário: “Da dedução dos conceitos puros do entendimento”
- 2.1. Introdução
- 2.2. Comentário do primeiro parágrafo (§ 13)
- 2.3. Comentário do parágrafo 14: “Passagem à dedução transcendental das categorias”
- 3. Comentário detalhado da primeira versão da dedução transcendental das categorias
- 3.1. Observação geral
- 3.2. Comentário: segunda seção — Dos princípios a priori da possibilidade da experiência
- a. A síntese da apreensão na intuição
- b. A síntese da reprodução na imaginação
- c. A síntese da recognição no conceito
- d. A apercepção transcendental
- e. Primeiras conclusões sobre o último momento da tríplice síntese
- 3.3. Explicação preliminar da possibilidade das categorias como conhecimentos a priori (A110-A114)
- 3.4. Terceira seção: “Da relação do entendimento com os objetos em geral e da possibilidade de conhecê-los a priori”
- a. Introdução: as dificuldades arquitetônicas da primeira dedução
- b. Comentário
- c. A unidade dos fenômenos e a unidade da apercepção
- d. O valor objetivo das condições subjetivas do pensamento. Comentário da “Representação sumária da exatidão e da possibilidade única desta dedução dos conceitos puros do entendimento” (A128-A130)
CAPÍTULO III - A QUESTÃO DA POSSIBILIDADE DO PENSAMENTO
- 1. Introdução
- 2. Comentário do parágrafo 11
- 2.1. A primeira observação: a distinção entre categorias matemáticas e dinâmicas
- 2.2. Os correlatos
- 2.3. Segunda e terceira observações
- 3. A estratégia da prudência na questão do estatuto da categorialidade
- 4. A dedução da dedução: a questão da possibilidade do pensamento
CAPÍTULO IV - INTERPRETAÇÃO ARQUITETÔNICA DA DEDUÇÃO DE 1781
- 1. Dedução e hipótese
- 2. O horizonte do realismo empírico na primeira dedução
- 3. Limites da arquitetônica
CAPÍTULO V - A QUIRALIDADE
- 1. Introdução
- 2. Exposição arquitetônica da quiralidade
- 3. A problemática da quiralidade nos textos de Kant
- 1768
- 1770
- 1783
- Observação
- 4. Reconstituição parcial da tábua das categorias
- 4.1. Introdução e advertência
- 4.2. Reconstituição
- Observações
CAPÍTULO VI - A DEDUÇÃO DE 1787
- 1. Introdução
- 2. Do sistema à “teoria histórica”
- 3. A recentralização metodológica da nova dedução
- 4. A estética no horizonte da dedução
- 5. Observação: “A intuição em geral, quer seja ou não semelhante à nossa, contanto que seja sensível e não intelectual” — A propósito de George Berkeley
- 6. A dupla anamorfose no paradoxo do sentido interno
- a. A consciência de si
- b. Síntese figurada e síntese intelectual
- c. O pensamento de si
- d. O conceito de uma inteligência
CONCLUSÕES
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