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descombes:2014:start

Falar de si

DESCOMBES, Vincent. Le parler de soi. Paris: Gallimard, 2014.

  • Epígrafe
  • Primeira parte - A alquimia do eu
    • Questão: Como os filósofos extraem um substantivo («o eu») do nosso uso de um pronome («eu»)?
    • Capítulo I - Filosofia do egotismo
      • 1 - Ego
        • Duas maneiras de dizer «o eu»
        • Um problema de gramática filosófica
      • 2 - Retórica do estilo egotista
        • O egotismo segundo Addison
        • «Esse mau costume de falar de si»
        • Como falar de si? A lição de Stendhal
        • O que reter de uma retórica do estilo egotista?
      • 3 - Lógica da frase egotista
        • O que é uma «egologia»?
        • A egologia (negativa) de Descartes
        • O quê? e o quem?
        • Questões sobre uma questão intraduzível de Descartes
        • A individuação de um ego
        • A frase egotista tem um sujeito?
      • 4 - Apêndices
        • Notas sobre as palavras «eu» e «mim»
        • O eu de Pascal
    • Capítulo II - Três questões sobre o sujeito
      • 1 - A questão do sujeito em filosofia
      • 2 - A querela do sujeito
      • 3 - Conexão predicativa e conexão actancial
      • 4 - A questão retórica do sujeito
      • 5 - A ideia de um privilégio subjetivo
      • 6 - A análise reflexiva da consciência de si
      • 7 - O erro sobre a pessoa que eu sou
    • Capítulo III - A questão da individualidade humana
      • 1 - Da individualidade à ipseidade
      • 2 - Heidegger: Como o si é dado?
      • 3 - Ricœur: a mesmidade e a ipseidade
        • a) Lógica da narração
        • b) Nomear e descrever por uma narração
        • c) O dilema da identidade pessoal
        • d) A identidade narrativa
      • 4 - «The same», «the self»
  • Segunda parte - A primeira pessoa e os outros
    • Questão: Pode-se extrair o sentido das palavras «tu», «ele», «ela», do nosso uso da palavra «eu»?
    • Capítulo IV - «Herde de si mesmo!»
      • 1 - A questão do social
      • 2 - A multiplicação do eu
      • 3 - Em que consiste o problema do outro?
      • 4 - O outro como segunda primeira pessoa
      • 5 - O outro como segunda segunda pessoa
      • 6 - A relação dialógica
      • 7 - As operações sociais
      • 8 - Filosofia das operações sociais do espírito
      • 9 - O social e o dialógico
    • Capítulo V - Uma filosofia da primeira pessoa
      • Quantos somos nós a ser eu?
      • A terceira pessoa é ambígua?
      • A primeira pessoa na terceira pessoa
    • Capítulo VI - O martelo, o macete e o prego
      • 1 - A exposição de Anscombe tal como a representamos
        • a) Uma tese paradoxal
        • b) A escola impersonalista
        • c) A palavra «eu» não faz referência a nada
      • 2 - Crítica da leitura lichtenberguiana
        • a) Anscombe sustenta uma visão paradoxal?
        • b) Os pensamentos em primeira pessoa são realmente pensamentos pessoais?
        • c) Qual é o raciocínio de Anscombe em seu ensaio sobre a primeira pessoa?
      • 3 - Uma versão analítica do Cogito
      • 4 - A consciência de si
      • 5 - A ilusão de uma «pura referência direta»
  • Terceira parte - O sujeito da crença
    • Questão: Dizer o que se crê, é falar de si?
    • Capítulo VII - Wittgenstein diante do paradoxo de Moore
      • 1 - O paradoxo
      • 2 - A primeira pessoa
      • 3 - A solução do Lógico
      • 4 - A solução do Pragmático
      • 5 - A solução gramatical
      • 6 - A divisão do sujeito de crença
    • Capítulo VIII - Apagar a subjetividade?
      • O ponto disputado
      • A tese da equivalência
      • Eliminar a subjetividade?
      • A ilusão descritivista
      • A subjetividade de uma enunciação
      • As cláusulas de reserva
  • Apêndices
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