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Cumes do desespero
CIORAN, Emil. Pe culmile disperării. Bucareste: Fundația pentru Literatură și Artă «Regele Carol II», 1934 (Nos ápices do desespero).
- Prefácio
- Ser lírico
- Não poder mais viver
- A paixão pelo absurdo
- Medida do sofrimento
- A irrupção do espírito
- Eu e o mundo
- Esgotamento e agonia
- O grotesco e o desespero
- O pressentimento da loucura
- Sobre a morte
- A melancolia
- Nada é importante
- Êxtase
- Um mundo em que nada está resolvido
- Contradições e inconsequências
- Sobre a tristeza
- A insatisfação total
- O banho de fogo
- A desintegração
- Sobre a realidade do corpo
- Não sei
- Solidão individual e solidão cósmica
- Apocalipse
- O monopólio do sofrimento
- O sentido do suicídio
- O lirismo absoluto
- A essência da graça
- Vaidade da compaixão
- Eternidade e moral
- Instante e eternidade
- História e eternidade
- Deixar de ser homem
- Magia e fatalidade
- A alegria inconcebível
- Ambiguidade do sofrimento
- Apenas pó
- O entusiasmo como forma de amor
- Luz e trevas
- A renúncia
- Os benefícios da insônia
- Transubstanciação do amor
- O homem, animal insone
- O absoluto no instante
- A verdade, que palavra!
- A beleza das chamas
- Miséria da sabedoria
- O retorno ao caos
- Ironia e autoironia
- Sobre a miséria
- A deserção de Cristo
- O culto ao infinito
- Transfiguração da trivialidade
- Gravidade da tristeza
- A degradação pelo trabalho
- O sentido do derradeiro
- O princípio satânico do sofrimento
- O animal indireto
- A verdade impossível
- Subjetivismo
- Homo…
- O amor em poucas palavras
- As origens do mal
- Prestidigitação da beleza
- Inconsistência do ser humano
- Capitulação
- Diante do silêncio
- A arte do desdobramento
- A ausência de sentido do devir
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